Eletrônicos e máquinas: corrida global por chips de IA pressiona custos e prazos no Brasil
A semana consolidou um movimento duplo: capitalização pesada em fundições e chips de IA (Terafab de Musk, compra do World Labs pela AMD por US$ 8,2 bilhões) e a chegada de agentes de IA ao hardware de consumo (Lenovo, Jieyue, Rabbit). Para o Brasil, o sinal é claro: não haverá alívio de preços de semicondutores no curto prazo, e a diferenciação competitiva migrará do hardware para o software, exigindo revisão de roadmaps, classificação fiscal e certificação.