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巴西选举法院禁止行政暂停Lula军队WhatsApp频道

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TSE proíbe suspensão de canal de Exército do Lula no WhatsApp

巴西最高选举法院法官23日发布禁令,禁止TSE主席团以行政手段暂停或限制由众议员Janones管理的“Exército do Lula”WhatsApp频道,该禁令尚需全体会议审议。

巴西最高选举法院(TSE)法官Floriano de Azevedo Marques于本周五(23日)发布禁令,禁止以行政手段暂停或限制由联邦众议员André Janones(Rede-MG)管理的WhatsApp频道“Exército do Lula”。该裁决部分满足了总统Luiz Inácio Lula da Silva(PT)竞选联盟“Brasil Pronto Pra Mais”提交的人身保护令申请。

裁决要求TSE主席团在人身保护令审判或新的司法决定出台前,不得利用行政职权暂停、移除或限制该频道运行。Azevedo Marques强调,任何限制都不能由主席团以个别行政决定的方式实施。该初步禁令仍需提交法院全体会议审议。

法官同时指出,公民在社交网络上的政治动员本身不构成选举违规,可能的滥用行为应在适当程序中调查取证。裁决要求WhatsApp母公司Meta遵守司法命令,否则每日罚款5万雷亚尔;但驳回了禁止与选举总监察局正在进行的选举司法调查行动(AIJE)共享行政获取数据和证据的请求。

此前,参议员、总统候选人Flávio Bolsonaro(PL)的竞选团队于10月上半月向选举法院提出请求,试图让Janones的频道下线,理由包括涉嫌违规选举宣传、未登记、协同行动和传播虚假信息。10月11日,TSE主席Kassio Nunes Marques以行政方式决定暂停该频道,与选举总监察长Ricardo Villas Bôas Cueva产生分歧。10月13日,在Lula竞选团队正式登记该频道后,Nunes Marques授权其恢复运行。随后Bolsonaro竞选团队再提新请求,Nunes Marques于周四(22日)要求Google、Meta和X在24小时内提交该频道的技术报告,并保留采取进一步措施的可能。

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司法案件
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法律政治司法案件巴西科技
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TSE proíbe suspensão de canal de Exército do Lula no WhatsApp

O ministro Floriano de Azevedo Marques , do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), proibiu, nesta sexta-feira, 23, a suspensão ou a restrição administrativa do canal de WhatsApp Exército do Lula , administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão atende parcialmente a um mandado de segurança apresentado pela Coligação Brasil Pronto Pra Mais, da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A coligação solicitou que o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, se abstivesse de suspender o canal, além de contestar decisões anteriores e pedir sigilo sobre informações técnicas e relatórios da Meta relacionados à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) em tramitação na Corregedoria-Geral Eleitoral. Na decisão desta sexta, Azevedo Marques determinou que a Presidência do TSE se abstenha de usar suas atribuições administrativas para suspender, retirar ou restringir o funcionamento do canal até o julgamento do mandado de segurança ou nova determinação judicial. O ministro ressaltou que eventuais restrições não podem ser impostas por decisões administrativas individuais da Presidência. A liminar ainda deverá ser submetida à análise do plenário da Corte. O relator também destacou que a mobilização política de cidadãos nas redes sociais não constitui, por si só, uma irregularidade eleitoral. Eventuais abusos devem ser apurados em processos próprios, com análise das provas. A decisão determina ainda que a Meta, responsável pelo WhatsApp, cumpra a ordem judicial, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Por outro lado, Zevedo Marques rejeitou o pedido para impedir o compartilhamento de dados e provas obtidos administrativamente com a AIJE em tramitação na Corregedoria. Retrospectiva Entre o início e a segunda quinzena de outubro, a campanha do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acionou a Justiça Eleitoral para tentar tirar o canal de Janones do ar. Entre os argumentos apresentados estavam suspeitas de propaganda eleitoral irregular, ausência de registro, atuação coordenada e disseminação de desinformação. O caso provocou divergências internas no TSE. Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou administrativamente a suspensão do canal. A medida gerou divergências com o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que havia analisado anteriormente um pedido relacionado ao caso. Em 13 de outubro, após a campanha de Lula registrar formalmente o canal perante a Justiça Eleitoral, Nunes Marques autorizou sua reativação. Na sequência, a campanha de Bolsonaro apresentou novos pedidos à Justiça Eleitoral. Na quinta-feira, 22, o presidente do TSE deu prazo de 24 horas para que Google, Meta e X apresentassem relatórios técnicos sobre o canal, mantendo em aberto a possibilidade de tomar novas medidas. No domingo, 25, os eleitores escolherão o próximo presidente da República, no segundo turno das eleições de 2026.

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