Macro & Mercados
Comércio do cinturão econômico do Yangtzé cresce 19% — exportadores brasileiros de commodities miram demanda chinesa aquecida
· Clara Lin
Nos dois primeiros meses de 2025, a região do cinturão econômico do Rio Yangtzé, na China, registrou US$ 507 bilhões em comércio exterior, alta de 19% ante 2024. O avanço puxa a demanda por insumos brasileiros como soja, minério e celulose, com destaque para a integração com a nova Rota da Seda.
O comércio exterior da região do cinturão econômico do Rio Yangtzé — que abrange 11 províncias e cidades chinesas, incluindo Xangai, Jiangsu e Zhejiang — atingiu 3,64 trilhões de yuans (cerca de US$ 507 bilhões) nos dois primeiros meses de 2025, um recorde histórico para o período. O crescimento de 19% em relação ao mesmo mês de 2024 foi impulsionado por exportações de alta tecnologia e pela expansão das trocas com países da Nova Rota da Seda. Para o Brasil, o dado sinaliza que a principal porta de entrada de produtos brasileiros na China segue aquecida, especialmente nos setores de agronegócio, mineração e manufatura básica.
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