Macro & Mercados

Irã nega negociação com EUA e acusa 'fake news' de preparar assassinato — tensão no Golfo ameaça navegação e petróleo brasileiro

· Clara Lin

O Irã negou categoricamente qualquer negociação com os EUA, classificando como 'fake news' os relatos de que o presidente do parlamento iraniano estaria em conversas com Washington. O regime acusa os EUA de usar a desinformação para manipular mercados, ganhar tempo para reforço militar e criar condições para um assassinato seletivo. Enquanto isso, o Irã mantém o fechamento do Estreito de Ormuz para navios de países 'hostis' e realiza novos ataques com drones e mísseis contra bases americanas e israelenses na região.

O Irã negou nesta segunda-feira (23) qualquer negociação com os Estados Unidos, classificando como 'falsa' a informação de que o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, estaria em conversas com enviados de Donald Trump. A desmentida ocorre em meio a uma escalada militar no Oriente Médio que já afeta a logística global de petróleo e gás — e, por tabela, os custos de importação de combustíveis e fertilizantes para o Brasil. O governo iraniano afirmou que a 'fake news' tem quatro objetivos: manipular o preço do petróleo, ganhar tempo para o envio de mais tropas americanas, coletar informações sobre autoridades iranianas e criar divisão política interna no Irã.

O que isso significa para sua empresa?

A CBI transforma sinais da China em pesquisa de mercado, avaliação de parceiros e apoio à entrada no mercado.

Conversar com a equipe →

Receba o briefing diário

3-5 destaques por dia, direto no e-mail. Gratuito.