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八成巴西青年忧心财务未来,仅34%为退休做准备

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Oito em cada dez jovens brasileiros se preocupam com o futuro financeiro, mas apenas um terço faz planejamento de longo prazo

Locomotiva研究所受Abrapp委托的调查显示,80%的18至30岁巴西青年担忧财务未来,但仅34%采取行动为退休做准备。

巴西Locomotiva研究所受巴西补充养老实体协会(Abrapp)委托开展的研究显示,80%的18至30岁巴西青年担忧财务未来,但仅34%采取行动为退休做准备。该结果在第47届巴西补充养老大会上公布。

研究访问了全国A、B、C阶层有自有收入的1000人,代表约3100万巴西人。60%的受访者基于不超过六个月的期限做财务决策,一半人表示规划退休让他们更焦虑而非更有动力。

在财务目标优先级上,39%的受访者以财务独立为首要目标,36%希望建立应急储备,25%倾向于投资休闲和旅游;退休储蓄仅排第七,被19%的受访者提及。未来20至30年的主要担忧包括缺乏资源(37%)、财务依赖他人(27%)和健康问题(25%)。短期预算状况构成结构性限制:41%的青年没有余钱或有债务,仅19%拥有可支撑三个月以上生活费的储备。难以储蓄的原因包括意外开支(28%)、缺钱(26%)和债务(26%)。

Abrapp董事长Devanir Silva强调主动培养规划文化的重要性,称“养老是年轻人的事,不是老年人的事”。Locomotiva研究所创始人Renato Meirelles表示,调查揭示了这代人所期望的未来与当下所能实现之事之间的鸿沟,日常紧迫事务仍在很大程度上左右他们的选择。

尽管65%的受访者认为退休财务规划应在30岁前开始,但65%表示对私人养老了解很少或一无所知,18至23岁群体中这一比例达75%。62%担心未来规则变化,50%担心需要时资金使用受限。59%的受访者将自主性列为高质量养老的主要因素。

约48%的受访者表示,若条件可及,愿在未来12个月开始缴纳养老计划;61%在了解提前缴纳意味着每月金额更少后更感兴趣。年轻投资者看重的产品特征包括:可暂停缴纳而不损失余额(32%)、费用和费率透明(32%)、低额初始投入选项(31%)。在财务规划较少的群体中,40%认为每月投入至50雷亚尔可行。Devanir Silva还表示,不能仅从控制支出的角度讨论养老体系的未来,也应考虑系统之外的人,扩大覆盖既是社会包容议程,也是经济可持续议程。

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Oito em cada dez jovens brasileiros se preocupam com o futuro financeiro, mas apenas um terço faz planejamento de longo prazo

Startupi Oito em cada dez jovens brasileiros se preocupam com o futuro financeiro, mas apenas um terço faz planejamento de longo prazo Enquanto 80% dos jovens brasileiros entre 18 e 30 anos se mostram preocupados com o futuro financeiro, apenas 34% tomam atitudes para se preparar para a aposentadoria. O dado faz parte do estudo “ Desafios e Oportunidades para Previdência Privada para Jovens ”, elaborado pelo Instituto Locomotiva a pedido da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) . Durante o 47º Congresso Brasileiro da Previdência Complementar, foi revelado que 60% dos entrevistados tomam decisões financeiras com base em prazos que não ultrapassam seis meses, e metade deles afirma que planejar a aposentadoria os deixa mais ansiosos do que motivados. A pesquisa entrevistou 1.000 indivíduos das classes A, B e C com renda própria em todas as regiões do Brasil, um total que representa aproximadamente 31 milhões de brasileiros. Quando se trata de priorizar objetivos financeiros, a independência financeira se destaca como o principal foco para 39% dos jovens entrevistados, enquanto 36% estão interessados em criar reservas de emergência e 25% em investir em lazer e viagens. A poupança para a aposentadoria fica em sétimo lugar entre as prioridades, mencionada por 19% dos entrevistados. As maiores preocupações para os próximos 20 ou 30 anos incluem a falta de recursos (37%), a dependência financeira de outros (27%) e questões de saúde (25%). Entretanto, a situação orçamentária de curto prazo gera limitações estruturais: 41% dos jovens não têm sobra de dinheiro ou estão com dívidas, e apenas 19% têm reservas que consigam arcar por mais de três meses com o custo de vida. Os imprevistos (28%), a falta de dinheiro (26%) e as dívidas (26%) estão entre as razões apontadas para a dificuldade em economizar. Diante desse panorama, Devanir Silva , diretor-presidente da Abrapp, enfatiza a importância de cultivar proativamente uma cultura de planejamento: “A previdência é uma coisa de jovem, não é coisa do idoso. Quem alcança a longevidade apenas usufrui do que conseguiu construir e estruturar financeiramente ao longo dos anos”. Pressão do aqui e agora e obstáculos de comportamento A discrepância entre o que se deseja para o futuro e o que se faz no presente, em grande parte, é impulsionada por limitações orçamentárias e questões comportamentais. Renato Meirelles , que é o fundador do Instituto Locomotiva , elucida esse ponto: “A pesquisa revela o fosso entre o futuro que essa geração deseja e o que consegue concretizar agora. Embora os jovens saibam da importância de se planejar financeiramente e valorizem a própria independência, as urgências do dia a dia ainda pesam muito em suas escolhas. Esta é uma geração que se preocupa com o futuro, mas enfrenta as pressões financeiras do presente”. Apesar de 65% dos entrevistados acreditarem que o planejamento financeiro para a aposentadoria deve começar antes dos 30 anos, 65% dizem saber pouco ou nada sobre previdência privada — percentual que chega a 75% entre jovens de 18 a 23 anos. As incertezas em relação à flexibilidade e à segurança também são consideráveis: 62% temem que as regras mudem no futuro e 50% têm medo de que, em caso de necessidade, possam enfrentar restrições no acesso aos recursos. Para que a previdência privada possa se estabelecer entre as novas gerações, é essencial que a abordagem esteja em sintonia com a busca por autonomia, mencionada por 59% dos entrevistados como o principal fator para envelhecer com qualidade. Meirelles acrescenta: “Para essa geração, falar de aposentadoria não é necessariamente falar de liberdade ou qualidade de vida. Frequentemente, trata-se de uma preocupação remota que provoca mais ansiedade do que impulso. Quando o planejamento financeiro se relaciona à autonomia e à capacidade de tomar decisões no futuro, essa discussão se torna muito mais relevante para os jovens”. Termos de adesão e adequação dos produtos O estudo indica que há um potencial significativo para a expansão de soluções financeiras que sejam adaptadas à realidade dos jovens. Aproximadamente 48% estão dispostos a começar a contribuir com planos de previdência nos próximos 12 meses, se as condições forem acessíveis. Além disso, 61% mostram mais interesse quando entendem que contribuições antecipadas significam valores mensais menores para alcançar a mesma renda futura. Entre as características que um plano de previdência pode ter, os investidores mais jovens valorizam a possibilidade de pausar as contribuições sem perder o saldo acumulado (32%), a transparência em relação aos custos e taxas (32%) e a opção de fazer aportes iniciais de valor reduzido (31%). Entre os 53% que se planejam financeiramente menos, 40% consideram viável começar a investir até R$ 50 por mês. Em vista dessas informações, Devanir Silva ressalta a necessidade premente de que a comunicação do setor seja simplificada: “Somos uma página em branco para a sociedade. Poucas pessoas têm consciência de quão importante essa previdência é para o futuro dos indivíduos. É necessário nos comunicar de forma mais clara e objetiva com esses trabalhadores”. O dirigente também afirma que a discussão sobre a previdência deve fazer parte das estratégias para aumentar o acesso: “Não podemos discutir o futuro da Previdência apenas pelo lado da contenção de despesas. Devemos também considerar aqueles que estão fora do sistema e desenvolver meios que permitam a inclusão desses trabalhadores. Expandir a cobertura é, ao mesmo tempo, uma agenda de inclusão social e de sustentabilidade econômica”. Para saber mais sobre o 47º CBPP, confira a seguir a matéria especial publicada pela GZM, parceira de mídia oficial nesta edição. O post Oito em cada dez jovens brasileiros se preocupam com o futuro financeiro, mas apenas um terço faz planejamento de longo prazo aparece primeiro em Startupi e foi escrito por Almir Jucca

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