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七组织140余名观察员抵巴西,监督本周日大选投票计票

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Observadores internacionais chegam ao Brasil para monitorar eleições

来自7个国际组织的140多名观察员已陆续抵达巴西,将监督10月2日大选的筹备、投票和计票工作,其中美洲国家组织观察团规模最大,由91人组成并覆盖20个州和联邦区。

为什么值得关注

7个国际组织、140多名观察员监督10月2日巴西大选,OEA一家覆盖20个州和联邦区,选举透明度评估牵动市场对政策连续性的预期。

受邀监督巴西选举进程的国际观察员代表团已开始抵达巴西,来自7个国际组织的140多名观察员将跟踪本周日(10月2日)的筹备、投票和计票工作,目的是评估选举的完整性、运营效率及对选举规范的遵守情况。美洲国家组织(OEA)观察团规模最大,由来自23个国家的91名观察员组成,覆盖20个州和联邦区,由前OEA秘书长、智利前外长何塞·米格尔·因苏尔萨率领。

受邀作为巴西选举进程独立观察员的国际组织代表团已开始抵达巴西。来自7个国际组织的140多名观察员将跟踪本周日(10月2日)的筹备、投票和计票工作,目标是评估选举的完整性、运营效率以及对选举规范的严格遵守。这7个组织分别是:美洲国家组织(OEA)、南方共同市场议会(Parlasul)、欧盟、阿拉伯国家联盟(LEA)、葡语国家选举司法与行政机构网络(Roaje-CPLP)、美洲选举机构联盟(Uniore)以及世界选举司法网络(RMJE)。

OEA观察团是规模最大的一支,由来自23个国家的91名观察员组成,将跟踪20个州和联邦区的选举进程,由前OEA秘书长、智利前外长何塞·米格尔·因苏尔萨率领。部分代表团成员已于9月30日(星期三)会见了巴西最高选举法院(TSE)院长卡西奥·努内斯·马克斯部长,并与技术人员和参议员弗拉维奥·博索纳罗的竞选团队成员会面。据OEA介绍,观察员涵盖选举组织和后勤、技术实施、选举司法、政治和选举资金、暴力、竞选活动、媒体、数字通信等领域的专家。

南方共同市场议会(Parlasul)观察团于9月29日抵达巴西,由阿根廷议员劳尔·比特尔率领,已会见联邦参议院立法顾问和共和国总统府特别顾问办公室主任塞尔索·阿莫林。Parlasul强调该观察团具有技术性、中立性和非干预性,将尊重国家主权、巴西选举立法和主管当局的职权,收集的信息将系统整理成技术报告,提出改进选举程序和在地区国家间交流良好做法的建议。

卡特中心观察员也已抵达巴西并会见了TSE成员,代表团由卡特中心拉丁美洲和加勒比地区高级顾问珍妮·林肯率领,另有4名来自葡萄牙、德国和美国的观察员,共5人。据该组织称,观察员将重点关注选举技术、选举管理法律框架和选民教育。珍妮·林肯表示:“鉴于这些选举的重要性——不仅对巴西,而且对整个半球——我们希望我们的任务能加强选举进程的透明度,帮助巴西人评估其选举的完整性。”卡特中心是由美国前总统吉米·卡特和前第一夫人罗莎琳·卡特创立的非营利组织,主要目标是促进民主、解决冲突和促进全球健康。

除正式受邀的国际组织外,国内民间社会实体和外国政府也可在向TSE提出申请后作为观察员参与选举。透明选举巴西、全国公设辩护人协会(Anadep)和拉丁美洲一体化联邦大学等机构已获得选举观察员资格。

原文未涉及中资企业在此次选举观察活动中的直接影响。从传导机制看,国际观察员对选举透明度和规范性的评估,可能间接影响外界对巴西政治稳定性和政策连续性的预期,进而作用于汇率、资本市场风险溢价等宏观变量,但这一链条较长且非本次观察活动的直接目标。

CBI观察:原文显示,此次国际观察员部署规模较大,OEA一家即覆盖20个州和联邦区,且观察范围涵盖选举资金、数字通信等敏感领域。CBI认为,国际观察的高密度介入通常与选举争议风险正相关,2022年巴西大选期间围绕电子投票系统的争论是观察员数量增加的重要背景。对在巴经营的企业而言,选举周期本身带来的政策节奏放缓和监管不确定性,往往比观察员的具体结论更值得纳入短期运营安排。

待观察:一是10月2日投票结束后,OEA、Parlasul和卡特中心是否在首轮计票后即发布初步声明,以及声明中对选举完整性的措辞;二是TSE是否在选后公布国内观察员机构的完整名单及报告;三是第二轮选举(如触发)前国际观察员是否追加部署或延长驻留时间。

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信息概要

类型
公共事件
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
影响谁
在巴中资企业投资者贸易商
话题
政治公共事件
查看原文(葡萄牙语)

Observadores internacionais chegam ao Brasil para monitorar eleições

Delegações de organizações internacionais convidadas como observadoras independentes do processo eleitoral brasileiro já começaram a chegar ao Brasil. O objetivo é que essas instituições avaliem a integridade, a eficácia operacional e o cumprimento estrito das normas eleitorais. Mais de 140 observadores de sete organizações internacionais vão acompanhar a preparação, a votação e a apuração nesse domingo (4): Organização dos Estados Americanos (OEA); Parlamento do Mercosul (Parlasul); União Europeia; Liga dos Estados Árabes (LEA); Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP); União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore); e Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE). OEA Notícias relacionadas: TSE autoriza participação de observadores nas eleições de outubro. Só a Missão de Observação Eleitoral da OEA é composta por 91 observadores de 23 países e vão acompanhar o processo eleitoral em 20 estados e no Distrito Federal. O grupo é chefiado pelo ex-secretário-geral da OEA e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, José Miguel Insulza. Hoje, parte da delegação se reuniu com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. Na quarta-feira (30), os observadores se encontraram com técnicos e com integrantes da campanha do senador Flávio Bolsonaro. Segundo a OEA, entre os integrantes da delegação há especialistas com capacidade de observar aspectos como organização e logística eleitoral, implementação de tecnologia, justiça eleitoral, financiamento político e eleitoral, violência, campanhas, mídia, comunicação digital, entre outros temas. Parlasul A Missão de Observação Eleitoral do Parlamento do Mercosul (Parlasul) chegou ao Brasil no dia 29 de setembro. O grupo, chefiado pelo parlamentar argentino Raul Bittel, se reuniu com consultores legislativos do Senado Federal e com o chefe da Assessoria Especial da Presidência da República, Celso Amorim. O Parlasul destacou que a Missão terá caráter técnico, neutro e não intervencionista e que vai respeitar “a soberania nacional, a legislação eleitoral brasileira e as atribuições das autoridades competentes, em conformidade com os princípios de independência, objetividade, transparência e imparcialidade que orientam a observação eleitoral internacional”. Afirmou ainda que as informações coletadas serão sistematizadas em um relatório técnico, que apresentará eventuais recomendações destinadas ao aprimoramento dos procedimentos eleitorais e ao intercâmbio de boas práticas entre os países da região. The Carter Center Observadores da organização The Carter Center também já estão no Brasil e se reuniram com integrantes do TSE. A delegação é liderada pela consultora sênior do The Carter Center para a América Latina e o Caribe, Jennie Lincoln, e conta com outros quatro observadores de Portugal, Alemanha e Estados Unidos. Segundo a organização, os observadores vão se concentrar em aspectos como tecnologia eleitoral, marco jurídico da administração eleitoral e educação do eleitor. “Dada a importância dessas eleições — não apenas para o Brasil, mas para todo o hemisfério —, esperamos que nossa missão fortaleça a transparência do processo eleitoral e ajude os brasileiros a avaliar a integridade de suas eleições”, disse Jennie Lincoln. The Carter Center é uma organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter e pela ex primeira-dama Rosalynn Carter. Tem como principais objetivos a promoção da democracia, resolução de conflitos e promoção da saúde global. Missões de Observadores Nacionais Além das organizações internacionais convidadas formalmente, entidades nacionais da sociedade civil e governos estrangeiros também poderão participar como observadores nas eleições, desde que tenham feito um pedido ao TSE. Instituições como o Transparência Eleitoral Brasil, Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep) e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana estão entre os credenciados para atuarem como observadores eleitorais.

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