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巴西资讯巴西金融监管2026年5月8日

雷亚尔破4.90创28月新低,在巴中资出口商结汇窗口收窄

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Dólar fecha abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses

5月8日雷亚尔兑美元收盘跌破4.90,年内累计升值10.84%,受美国就业数据与中东缓和推动;在巴中资企业出口结汇收益压缩,进口成本下降,需关注汇率波动对利润率的双向冲击。

为什么值得关注

雷亚尔年内升值10.84%直接改变在巴中资出口商结汇收益与进口商采购成本,需重新评估2026年下半年的汇率风险敞口。

2026年5月8日(周五),巴西金融市场情绪转暖,美元兑雷亚尔收盘跌破4.90关口,报4.894雷亚尔,跌幅0.60%,创下自2024年1月15日以来最低收盘价。年内雷亚尔对美元累计升值10.84%。此次汇率变动受美国就业数据好于预期、以及美国与伊朗冲突升级担忧缓解的双重推动。对于在巴西经营的中资企业而言,雷亚尔持续走强意味着出口收入结汇后的人民币金额缩水,而进口原材料和设备成本则相应降低,需重新评估2026年下半年的资金与采购策略。 【核心事实】5月8日,巴西商业美元收盘价为4.894雷亚尔,单日下跌0.029雷亚尔(-0.60%),为2024年1月15日以来最低。年内美元兑雷亚尔累计跌幅达10.84%。市场乐观情绪主要来自美国劳工部公布的就业数据优于预期,以及美国与伊朗冲突升级风险下降。美国总统特朗普就中东停火延续发表声明,投资者关注霍尔木兹海峡通航恢复的迹象。巴西Ibovespa指数当日上涨0.49%,收于184,108点,但本周累计下跌1.71%;美国S&P 500指数上涨0.84%。国际油价反弹,布伦特原油收于101.29美元/桶(+1.23%),WTI原油收于95.42美元/桶(+0.64%),但本周累计跌幅仍超6%。 【中资企业触点】底稿未直接涉及中资企业具体影响,但通过汇率传导机制,以下行业将受到显著波及: - 出口型企业(如农产品、矿产、肉类加工):雷亚尔升值直接压缩以美元计价的出口收入结汇后的雷亚尔收益,利润率承压。巴西国家货币委员会(CMN)和巴西央行(BCB)的汇率政策走向值得关注。 - 进口依赖型企业(如机械设备、电子元器件、化工原料):雷亚尔走强降低进口成本,有利于在巴中资制造业的采购与库存管理。 - 基建与工程承包企业:以雷亚尔计价的本地合同收入相对美元升值,但若项目融资涉及美元债务,则实际偿债负担减轻。 - 金融与投资机构:雷亚尔资产(如巴西国债、Ibovespa成分股)对美元投资者吸引力上升,但需注意本周Ibovespa累计下跌1.71%,短期波动风险仍在。 【CBI解读】底稿数据显示,雷亚尔此轮升值主要受外部因素驱动——美国就业数据强劲缓解了衰退担忧,中东地缘风险溢价回落。CBI认为,雷亚尔年内已累计升值超10%,若这一趋势延续,将改变在巴中资企业的成本与收入结构。但需注意,本周Ibovespa下跌1.71%与原油周跌超6%表明市场对全球增长前景仍有分歧。CBI观察,雷亚尔快速升值可能引发巴西出口竞争力下降,进而影响经常账户平衡,巴西央行(BCB)或通过干预外汇储备或调整Selic利率来管理汇率预期。此外,中东局势虽短期缓和,但美国国务卿鲁比奥表示等待伊朗回应,特朗普更新了要求伊朗放弃核计划的最后通牒,霍尔木兹海峡通航风险未完全消除,油价波动仍可能反向冲击雷亚尔。 【待观察】1)巴西央行(BCB)下周是否释放外汇干预信号或调整利率预期;2)中东停火谈判进展,特别是伊朗对美方提议的正式回应时间;3)美国5月后续就业与通胀数据公布(预计5月中旬),将直接影响美元全球走势及雷亚尔短期方向。
CBI 观察编辑判断

底稿显示雷亚尔升值由外部因素驱动,CBI认为若趋势延续,将系统性影响在巴中资企业的利润结构;但本周Ibovespa与原油周线下跌提示市场对全球增长仍有疑虑,汇率单边走势存在回调风险。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
出口型企业(农产品、矿产、肉类加工)、进口依赖型企业(机械、电子、化工)、基建工程承包企业、金融投资机构
核验
待核验
对象
在巴中资企业出口商进口商投资者
话题
金融

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Dólar fecha abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Dólar fecha abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses

O mercado financeiro teve um dia de euforia nesta sexta-feira (8). O dólar fechou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, e a bolsa recuperou parte das perdas da véspera. Os mercados reagiram a dados do mercado de trabalho estadunidense e à redução dos temores de escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Notícias relacionadas: Gás do Povo: governo fixa data de pagamento no dia 10 de cada mês. Governo renova contratos com distribuidoras de energia em 13 estados. Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 4,894, em baixa de R$ 0,029 (-0,60%). Esse é menor valor de encerramento desde 15 de janeiro de 2024. No acumulado do ano, a moeda norte-americana registra queda de 10,84% frente ao real. O movimento foi impulsionado pela divulgação das estatísticas de emprego dos Estados Unidos, que mostrou criação de empregos acima do esperado e reduziu temores de desaceleração econômica e inflação mais forte no país. Além disso, investidores acompanharam sinais de continuidade do cessar-fogo no Oriente Médio após declarações do presidente Donald Trump. Bolsa avança O Ibovespa subiu 0,49%, aos 184.108 pontos, com apoio de ações de bancos e mineradoras. Apesar da recuperação nesta sexta-feira, o principal índice da B3 acumulou queda de 1,71% na semana. No ano, porém, ainda apresenta valorização de 14,26%. O ambiente externo mais favorável também ajudou a sustentar o pregão brasileiro. Em Wall Street, o índice S&P 500, das 500 maiores empresas, avançou 0,84%, refletindo o alívio com os dados econômicos dos EUA e a percepção de menor risco de recessão na maior economia do mundo. Petróleo sobe Mesmo com a diminuição das tensões no Oriente Médio, os preços do petróleo fecharam em alta, embora tenham desacelerado perto do fim das negociações. O barril do Brent, referência nas negociações internacionais, avançou 1,23%, a US$ 101,29. O barril WTI, do Texas, subiu 0,64%, para US$ 95,42. Mesmo com a alta desta sexta, os contratos encerraram a semana com perdas superiores a 6%. Os investidores continuam monitorando os riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. O Comando Central dos Estados Unidos informou que dezenas de navios-tanque seguem impedidos de circular nos portos iranianos devido às tensões na região. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que Washington aguardava uma resposta do Irã à proposta de encerramento do conflito.  Embora tenha reforçado a continuidade do cessar-fogo, Donald Trump voltou a pressionar o Irã nesta sexta-feira e renovou o ultimato para que Teerã abandone seu programa nuclear. * com informações da Reuters

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