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巴西资讯巴西金融监管2026年6月19日

巴西经济4月微增0.1%,家庭消费创15月新高,中资出口商关注采掘业机会

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Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV

FGV监测显示巴西经济4月环比微增0.1%,家庭消费滚动季度增长2.6%创2025年2月以来新高,出口增长9.3%由采掘业拉动,固定资本形成总额四季度来首次扩张,中资企业可关注基建投资及采掘设备出口窗口。

为什么值得关注

家庭消费创15月新高、固定资本形成总额四季度来首次扩张,直接关联在巴中资消费品、零售、矿业设备及基建投资机会。

FGV巴西经济研究所(Ibre)于6月18日发布的《PIB监测》报告显示,巴西经济2026年4月环比微增0.1%,同比增长1.8%。尽管面临14.75%的高基准利率(Selic)及中东战争引发的石油价格冲击,家庭消费在滚动季度(2-4月)同比增长2.6%,创2025年2月以来最高。出口增长9.3%,其中约60%来自采掘业(增长27.8%)。固定资本形成总额(FBCF)在滚动季度增长0.7%,为连续四个季度下滑后首次扩张。对于在巴中资企业,这意味着消费市场韧性仍在,采掘业出口需求旺盛,而投资回暖或带动机械设备进口机会。

根据FGV巴西经济研究所(Ibre)于6月18日发布的月度《PIB监测》报告,巴西经济在2026年3月至4月间环比增长0.1%,与2025年4月相比增长1.8%。在截至4月的滚动季度(2月/3月/4月)中,经济同比增长1.8%,12个月累计增长2%。报告涵盖工业、商业、服务业和农业数据。经济学家Juliana Trece指出,尽管面临高利率和石油价格冲击(中东战争影响),多数经济成分表现积极,显示经济韧性。4月大部分时间,Selic基准利率为14.75%,月末央行下调0.25个百分点至14.25%。巴西政府采取了削减税收和补贴燃料生产商及进口商等措施以遏制价格上涨。

对于在巴中资企业,本次数据释放出多重信号。家庭消费滚动季度同比增长2.6%创15个月新高,表明巴西内需市场依然活跃,消费品、零售及电商领域的中资企业可关注后续消费信心指数变化。出口增长9.3%中约60%来自采掘业(增长27.8%),意味着铁矿石、石油等大宗商品出口强劲,中资矿业及能源企业或受益于上游需求,同时为采掘设备、工程机械出口商带来订单机会。固定资本形成总额(FBCF)在滚动季度增长0.7%,为连续四个季度下滑后首次扩张,4月投资率估计为18%,显示企业投资意愿开始回暖。中资基建、电力、制造业企业可关注巴西基础设施及工业项目招标动态,尤其是与矿业、能源相关的配套工程。

CBI解读:底稿数据显示巴西经济在高利率和外部冲击下仍保持正增长,家庭消费和出口是主要支撑。CBI认为,家庭消费的强劲表现可能与就业市场改善及政府补贴措施有关,但高利率对信贷的压制效应尚未完全显现。出口增长高度依赖采掘业,结构单一性值得警惕,若大宗商品价格回落,巴西贸易顺差可能收窄。固定资本形成总额的转正是一个积极信号,但0.7%的增幅仍显疲弱,需观察后续季度能否持续。按现价计算,截至4月累计PIB为4.376万亿雷亚尔,官方一季度GDP增长1.1%(IBGE数据),二季度数据将于2026年9月1日公布,届时可验证经济韧性是否延续。

待观察:1)巴西央行后续降息节奏:Selic已从14.75%降至14.25%,若通胀可控,进一步降息将刺激投资和消费;2)采掘业出口持续性:中东局势及全球大宗商品价格走势直接影响巴西出口收入;3)固定资本形成总额能否连续扩张:二季度投资数据(IBGE将于9月1日公布)将验证企业投资信心是否真正回暖。

CBI 观察编辑判断

底稿显示家庭消费和出口是4月经济主要支撑,但出口高度依赖采掘业,结构单一。CBI认为,固定资本形成总额转正值得关注,但0.7%的增幅尚不足以确认投资趋势反转,需等待二季度官方GDP数据验证。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
中资消费品、零售、电商企业;矿业、能源企业;采掘设备、工程机械出口商;基建投资者
核验
待核验
对象
在巴中资企业出口商投资者
话题
金融行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV

Mesmo em um cenário de juros elevados e choque de preço do barril do petróleo, a economia brasileira cresceu 0,1% na passagem de março para abril. Já na comparação com abril de 2025, houve avanço de 1,8%. As estimativas fazem parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quinta-feira (18). Notícias relacionadas: Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic. Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano . FMI destaca resiliência da economia brasileira e projeta PIB de 2,5%. No trimestre móvel terminado em abril (fevereiro/março/abril), houve crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 2%. A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e apresenta estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país. A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a alta de 0,1% mostra uma economia estável, embora tenha enfrentado obstáculos internos e externos. “A maior parte dos componentes da economia teve desempenho positivo, indicando certa resiliência em meio ao cenário de juros elevados e aumento do preço do barril do petróleo, como uma das consequências da guerra no Oriente Médio”, disse. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Juros e guerra Em praticamente todo o mês de abril, a Taxa Selic, taxa básica de juros da economia, esteve em 14,75%. O patamar elevado é uma estratégia do Banco Central (BC) para conter inflação. Quanto maior o juro, menor o incentivo ao consumo, forçando queda ou elevação mais suave dos preços. No fim do mês, o BC cortou 0,25 ponto percentual (p.p.) da taxa. Movimento repetido na quarta-feira (17), deixando a Selic em 14,25%. A cautela do BC na velocidade dos cortes de juros tem a ver com o cenário externo citado pela economista do Ibre. A guerra no Irã elevou o preço do barril do petróleo em todo o mundo, o que se refletiu no encarecimento de combustíveis como o óleo diesel e a gasolina. O governo brasileiro tomou medidas para tentar conter o aumento de preços, como corte de tributos e subsídio a produtores e importadores de combustível. Setores do PIB O Monitor do PIB estimou que, no trimestre móvel terminado em abril, o consumo das famílias cresceu 2,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o maior patamar de alta desde o trimestre terminado em fevereiro de 2025. As exportações tiveram crescimento de 9,3%, com cerca de 60% desse desempenho devido “ao bom desempenho das exportações de produtos da indústria extrativa, que cresceram 27,8% no trimestre móvel findo em abril”. A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o investimento na economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 0,7% no trimestre móvel. Foi a primeira expansão depois de recuo nos quatro trimestres móveis imediatamente seguidos. O estudo estima que a taxa de investimento da economia em abril foi de 18%. De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB acumulado no ano até abril, em valores correntes, é estimado em R$ 4,376 trilhões. Resultado oficial O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última quarta-feira (17), que indicou expansão de 0,5% na passagem de março para abril e de 1,6% em 12 meses.   O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre, a economia cresceu 1,1%. A próxima divulgação será em 1º de setembro, com dados do segundo trimestre de 2026.

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