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巴西资讯巴西金融监管2026年8月1日

美元七月累跌1.82%油价飙涨23%,在巴中资换汇与进口成本双重承压

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Dólar fecha estável, mas acumula queda de 1,82% em julho

7月美元兑雷亚尔累计下跌1.82%,收于5.069;Ibovespa指数月涨3.47%终结四连跌;布伦特原油月涨23.5%。雷亚尔升值利好巴西出口商,但油价大涨推高在巴中资制造业与物流企业成本。

为什么值得关注

美元月跌1.82%叠加油价月涨23.5%,直接冲击在巴中资企业的汇兑损益与能源采购成本,涉及资金调度与供应链定价。

巴西金融市场7月收官:美元兑雷亚尔周五(31日)小幅收涨0.13%至5.069雷亚尔,但全月累计下跌1.82%,年内跌幅达7.73%;Ibovespa指数收于177999点,月涨3.47%,终结连续四个月下跌。国际油价同步飙升,布伦特原油月涨23.5%至87.93美元/桶,WTI月涨21.8%至84.67美元/桶,主因美伊冲突升级。B3交易所当日因技术故障延迟开盘超2小时,但未影响市场走势。

7月31日(周五),美元兑雷亚尔现货收于5.069雷亚尔,较前一交易日上涨0.13%,但全月累计下跌1.82%。当日美元走强主要受中东紧张局势升级及国际市场避险情绪推动——美国总统特朗普就美伊冲突发表新声明,伊朗当局称在霍尔木兹海峡拦截油轮并对美军设施发动袭击。此外,美联储官员本周表态支持加息,推动美国国债收益率上升,进一步支撑美元。尽管周五反弹,美元7月整体走弱,年内已累计下跌7.73%。雷亚尔走强受益于三重因素:国际油价上涨利好巴西石油出口、外资持续流入、以及巴西高利率环境吸引套利交易。

对在巴中资企业而言,汇率与油价的双重波动直接影响资金端与成本端。美元兑雷亚尔年内累计下跌7.73%,意味着以雷亚尔计价的本地收入兑换成美元或人民币时账面缩水,对持有美元负债或需向国内汇回利润的中资企业构成汇兑损失压力。同时,布伦特原油7月暴涨23.5%,直接推高柴油、航空煤油及化工原料价格,波及在巴从事物流运输、农业机械作业及制造业生产的中资企业运营成本。底稿未涉及中资企业直接影响,但通过汇率与能源价格两条机制间接传导至进口采购、资金调度及成本控制环节。

CBI解读:底稿数据显示,美元月跌1.82%与油价月涨23.5%形成鲜明对比,反映巴西作为石油出口国的贸易条件正在改善,经常账户压力缓解,这为雷亚尔提供了结构性支撑。CBI认为,短期内雷亚尔强势可能延续,但需警惕美联储加息预期升温带来的反转风险。油价方面,美伊冲突是7月暴涨的核心驱动,但OPEC+周末会议讨论产量水平,若增产落地,油价涨势或放缓。B3技术故障虽未影响当日走势,但暴露了巴西市场基础设施的脆弱性,中资机构在巴西进行大额交易时需预留系统延迟的应对预案。

待观察:一、OPEC+周末会议结果及后续产量政策,若宣布增产,油价回落将缓解中资企业成本压力;二、美联储8月议息会议(具体日期待公布)对加息路径的表态,将直接影响美元兑雷亚尔走势及中资企业换汇窗口;三、B3交易所技术故障的后续调查结论,是否涉及交易结算延迟风险,影响中资金融机构在巴西市场的操作节奏。

CBI 观察编辑判断

底稿确认美元7月累计下跌1.82%、布伦特原油月涨23.5%,两者方向相反,反映巴西贸易条件改善。CBI认为,雷亚尔短期走强趋势明确,但中资企业应关注美联储加息预期与OPEC+产量决策两个变量,二者可能在下月扭转当前汇率与能源价格走势。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
在巴中资制造业、物流运输、农业机械企业及持有美元负债或需汇回利润的公司。
核验
待核验
对象
在巴中资企业投资者贸易商
话题
金融

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Dólar fecha estável, mas acumula queda de 1,82% em julho
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Dólar fecha estável, mas acumula queda de 1,82% em julho

O dólar teve pequena alta nesta sexta-feira (31), refletindo a busca dos investidores por proteção diante das tensões no Oriente Médio e do fortalecimento da moeda estadunidense no exterior.  Apesar da valorização no dia, o dólar caiu quase 2% em julho.  Na bolsa brasileira, o Ibovespa fechou em alta, acumulando ganho de quase 3,5% no mês. O petróleo subiu mais de 20% em julho, impulsionado pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O pregão também foi marcado por um atraso de mais de 2 horas na abertura dos mercados da B3 devido a um problema técnico. O problema, no entanto, não teve impacto relevante na trajetória dos ativos ao longo da sessão. Principais números     Dólar: R$ 5,069 (0,13% no dia e -1,82% em julho);     Ibovespa: 177.999 pontos (0,47% no dia e 3,47% em julho);     Ibovespa em 2026: 10,47%;     Petróleo Brent: US$ 87,93 (1,21% no dia e 23,5% em julho);     Petróleo WTI: US$ 84,67 (1,29% no dia e 21,8% em julho). Câmbio O dólar à vista encerrou esta sexta-feira vendido a R$ 5,069, alta de 0,13% em relação ao fechamento anterior. O movimento ocorreu após o fim da disputa pela formação da Ptax, taxa de fim de mês usada para corrigir a dívida pública atrelada ao dólar e as reservas internacionais.  A cotação acompanhou a valorização da moeda estadunidense no mercado internacional, num ambiente de maior aversão ao risco. Os investidores voltaram a buscar ativos considerados mais seguros diante da piora das tensões no Oriente Médio, depois de novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã e da continuidade dos impasses envolvendo a Faixa de Gaza. Outro fator que deu sustentação ao dólar foi a alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro estadunidense, após dirigentes do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) defenderem o voto favorável a uma elevação dos juros na reunião realizada nesta semana. Apesar da alta desta sexta-feira, o dólar caiu 1,82% no mês. Este ano, a divisa recua 7,73%. Entre os fatores que favoreceram o real ao longo do mês estão:     valorização do petróleo, porque o Brasil é exportador do produto;     fluxo de investimento estrangeiro para o país;     juros brasileiros altos, que continuam atraindo investidores para operações conhecidas como carry trade. Ibovespa Principal índice da B3, o Ibovespa encerrou a sexta-feira em alta de 0,47%, aos 177.999 pontos. O indicador atingiu o maior fechamento desde 14 de maio. Mesmo com o problema operacional na B3 durante a manhã, o mercado recuperou o ritmo ao longo da tarde e fechou no campo positivo. O índice acumulou:     alta de 2,27% na semana;     ganho de 3,47% em julho, interrompendo quatro meses consecutivos de perdas;     valorização de 10,47% em 2026. Nos Estados Unidos, os principais índices acionários avançaram após resultados corporativos e indicadores econômicos reforçarem o apetite por ativos de risco. O problema técnico registrado pela B3 atrasou a abertura dos mercados de ações e juros em mais de 2 horas. Segundo a bolsa, a ocorrência teve origem em um componente tecnológico da infraestrutura de pós-negociação, sem indícios de ataque cibernético. Petróleo O petróleo voltou a subir nesta sexta-feira e encerrou julho com a maior valorização mensal desde março. O barril do Brent, referência internacional, fechou cotado a US$ 87,93, alta de 1,21%. O WTI, do Texas, avançou 1,29%, para US$ 84,67. No acumulado do mês, os ganhos foram expressivos. O Brent subiu 23,5%, e o WTI avançou 21,8%. A alta foi impulsionada pelo agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. Durante o dia, autoridades iranianas afirmaram ter interceptado navios-tanque no Estreito de Ormuz e realizado novos ataques contra instalações militares americanas na região. Ao mesmo tempo, o governo dos Estados Unidos voltou a endurecer o discurso em relação ao Irã. O mercado também acompanhou relatos sobre possíveis restrições às operações de transporte de petróleo na região e aguardou a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), marcada para este fim de semana, quando o grupo deve discutir os próximos níveis de produção da commodity. * Com informações da Reuters

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