Black Friday e Natal põem a operação Pix de fintechs e varejistas à prova
Stark Infra | Imagem: Divulgação
Prestes a completar seis anos, o Pix já lidera os pagamentos nos canais digitais do Brasil. Em 2025, o crescimento foi de 20% em relação ao ano anterior, chegando a 30,1 bilhões de transações, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026. Em 2025, as transações via Pix nesses canais somaram 30,1 bilhões, 20% a mais que no ano anterior, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026.
O levantamento também registrou altas de 53% no internet banking e 19% no mobile banking. Nas maquininhas, o uso do Pix avançou 54%. A facilidade de pagar pelo celular em poucos segundos, a disponibilidade 24 horas por dia, a gratuidade para pessoas físicas e o baixo custo para empresas estão entre os fatores que ajudam a explicar o sucesso e o crescimento dessa modalidade de pagamento.
Para fintechs, varejistas e marketplaces, a expansão do Pix abre espaço para uma nova linha de negócio, a oferta de serviços financeiros como cartões e linhas de crédito, mas também põe a operação à prova. Em períodos de pico, como a Black Friday e o Natal, é preciso acompanhar o aumento das vendas sem comprometer a disponibilidade dos pagamentos.
A resposta do Banco Central ao crescimento das fraudes digitais também acrescenta novas etapas à operação. Obrigatório desde fevereiro de 2026, o MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução), exige rastrear o caminho do dinheiro além da primeira conta que recebeu os recursos e solicitar bloqueios e devoluções em contas seguintes.
Em setembro de 2026, o BC divulgou novas exigências para a contestação pelo MED, com entrada em vigor prevista para março de 2027. Os aplicativos deverão orientar melhor quem sofreu um golpe e permitir o envio de detalhes e documentos que apoiem a análise.
Com o aperto da regulação, as instituições precisam monitorar transações, compartilhar informações sobre suspeitas de fraude, rastrear recursos e atualizar sistemas e aplicativos. Montar e manter essa estrutura internamente demanda maior investimento em tecnologia e formação de equipes especializadas, além de acompanhamento constante das mudanças regulatórias. Para muitas empresas, recorrer a um parceiro que oferece infraestrutura por APIs pode reduzir o tempo de lançamento de novos serviços e liberar recursos para produtos, distribuição e relacionamento com o cliente.
Infraestrutura vira decisão estratégica
Operar no Pix exige uma camada tecnológica preparada para trocar mensagens com o SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos), conectar-se aos sistemas do Banco Central, gerir chaves no DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais) e dar suporte a conciliações e reportes regulatórios.
É nesse espaço que atua a Stark Infra . A empresa oferece infraestrutura baseada em APIs e microsserviços para integrar Pix, cartões e crédito às operações de bancos, fintechs, varejistas e marketplaces. Conforme o modelo de participação escolhido, a oferta inclui conexão ao SPI e ao SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro), gestão de chaves Pix, conciliação, Pix Automático e módulos de reporte regulatório. Sua arquitetura tem 99,9% de disponibilidade, índice que supera o mínimo regulatório exigido pelo BC.
Ao reunir todos esses componentes em uma única infraestrutura, a solução reduz o tempo necessário para concluir o onboarding e facilita o lançamento de novos produtos financeiros. Uma fintech ou empresa varejista pode oferecer uma experiência financeira própria e direcionar tempo, capital e equipes para a estratégia do próprio negócio, enquanto a Stark Infra mantém os controles de identificação, validação e rastreabilidade exigidos pelo regulador.
Mais rigor na regulação, mais inteligência na operação. Conheça as soluções da Stark Infra e veja por que terceirizar a infraestrutura é a melhor decisão estratégica.