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Ceagesp火灾受灾124家商户10月16日迁入临时大棚,面积缩两成

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Ceagesp constrói estrutura provisória para atingidos por incêndio

圣保罗Ceagesp农产品批发市场MFE-A展馆9月初被大火烧毁,124家商户将于10月16日迁入两座临时大棚恢复营业,面积从6000平方米缩至4800平方米,商户委员会称销售额已下降约50%。

为什么值得关注

Ceagesp是圣保罗州核心农产品集散枢纽,124家商户销售额已降约50%,临时空间缩至4800平方米,直接影响11月至次年2月水果旺季供应。

圣保罗综合仓库公司(Ceagesp)MFE-A展馆于9月5日晚至6日凌晨被大火烧毁,馆内124家商户将于10月16日迁入距原址一个街区、由两座大棚仓库组成的临时空间。临时面积从原来的6000平方米缩减至4800平方米。目前商户在废墟周边以帆布帐篷营业,暴露于高温和雨水,条件不卫生,并妨碍卡车通行和邻近展馆商铺展示。商户委员会称销售额下降约50%。

圣保罗综合仓库公司(Ceagesp)MFE-A展馆于9月5日晚至6日凌晨被大火烧毁。据Agência Brasil报道,在该展馆经营的124家商户将于10月16日迁入新临时空间,由两座相距一个街区的大棚仓库组成,面积从原来的6000平方米缩小至4800平方米。受灾商户在永久展馆交付前无需向管理方缴纳费用。

目前商户仍在受灾展馆周围以帆布帐篷临时营业,因暴露于高温和雨水而条件不卫生,且布局妨碍卡车通行和邻近展馆商铺的展示。被烧毁的展馆是Ceagesp园区52个展馆中最古老、最小的之一,但具有标杆意义——部分商户在此经营超过40年,有的继承自1960年代就在此工作的家人。尽管临时空间面积较小,预计仍可合理重新安排摊位,并安装冷藏集装箱和更多卫生间。临时结构预计使用至2027年9月,届时新展馆预计完工。

Ceagesp水果交易最繁忙的时期通常为11月至次年2月,这意味着临时空间的启用将直接面对年度交易高峰。Ceagesp技术运营总监Luiz Silveira Rangel表示:“我们的想法是建造一个更现代化的结构,层高更高并带夹层。我们正在研究一种方案,区分摊位区和散装区,并通过平台抬高商业区,以避免新洪水造成损失的风险。但首先,我们将与他们讨论项目,他们了解日常运营的一切。”日常最大的挑战是供应物流。展馆设计是几十年前的,当时使用的卡车标准比现在小。随着空间缩小,供应难度只增不减。由于临时大棚区域原用于停车和转运,这些活动已转移至其中一个停车场,使办公室和实际交货地点距离更远。预计12月在被毁展馆区域设置临时停车场,同时新工程招标正在进行。

旧结构拆除已于上周开始,清理瓦砾和拆卸金属部件期限为60天。现场可见大量扭曲金属,包括锌瓦和结构件,因为展馆并非砖石结构。此外还有仍在清理的食品残骸,如椰子、菠萝和西瓜——MFE-A的主要交易产品。还有企业文件,将在确保结构安全后逐步取出。废墟和有机废物正在分类,送往卫生填埋场或回收利用。

原文未涉及中资企业直接影响。从供应链传导看,Ceagesp是圣保罗州重要的农产品集散枢纽,MFE-A以水果批发为主,临时空间缩减和物流改道可能影响11月至次年2月旺季的果蔬集散效率,进而波及依赖该市场采购的餐饮、零售和食品加工企业,包括在巴经营的相关中资商户,但原文未提供具体受影响企业信息。

CBI认为,此次事件的核心变量是时间与空间的双重压缩:临时空间较原址缩小20%,而旺季即将到来,物流改道和停车转运区迁移将增加供应环节的时间成本。原文显示,商户销售额已下降约50%,这一数字反映的是火灾后过渡期的经营中断,而非需求端萎缩。新展馆预计2027年9月完工,意味着商户将在临时结构中运营约两年,期间冷藏、卫生和物流条件均低于原有水平。

待观察:一是10月16日商户迁入后临时大棚的实际运营效率,尤其是卡车通行和装卸区安排是否缓解当前拥堵;二是12月临时停车场能否如期在被毁展馆区域设置,以及新工程招标进展;三是11月至次年2月旺季期间,Ceagesp水果交易量和价格是否出现异常波动,可作为评估供应链恢复程度的可监控指标。

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信息概要

类型
公共事件
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
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影响谁
贸易商在巴中资企业创业者
话题
公共事件行业趋势
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Ceagesp constrói estrutura provisória para atingidos por incêndio

Os trabalhadores e comerciantes que atuavam no pavilhão MFE-A da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp)​, consumido por um incêndio entre a noite de 05 de setembro e a madrugada do dia 06, passarão a trabalhar em novo espaço no dia 16 de outubro, protegidos por duas tendas galpão, distantes uma quadra da estrutura inicial. O espaço será um pouco menor do que o original, passando de 6 mil metros quadrados (m²) para 4,8 mil m², onde os 124 comerciantes voltarão a ter um local centralizado para atendimentos. São Paulo (SP), 07/10/2026 - Obras no Ceagesp após incêndio. Foto - Paulo Pinto/Agência Brasil Notícias relacionadas: Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral. Faturamento da indústria cai 3,5% em agosto, informa CNI. Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea. Hoje eles estão atendendo ao redor do pavilhão afetado, em tendas com lona, de forma insalubre por conta da exposição ao calor e à chuva e dispostos de maneira que dificulta a circulação de caminhões e a exposição nas lojas dos pavilhões vizinhos. O período de maior movimentação para frutas no Ceagesp costuma ser entre novembro e fevereiro. Os atingidos só devem voltar a pagar as taxas à administração quando for entregue o pavilhão definitivo. O impacto, segundo a comissão de comerciantes, é de aproximadamente 50% de queda nas vendas.   O pavilhão perdido é um dos mais antigos do complexo, que abriga 52 pavilhões. Era também um dos menores, mas mesmo assim uma referência, por ter comerciantes que atuam há mais de 4 décadas, alguns dando continuidade ao trabalho de familiares, que estavam lá desde os anos 1960.  Apesar da área menor, a expectativa é de conseguir reorganizar adequadamente os boxes, com instalação de contêineres refrigerados e mais banheiros. A previsão é que os comissionados permanecerão utilizando a estrutura provisória até setembro de 2027, quando se espera esteja finalizado o novo pavilhão. "A ideia é a gente construir uma estrutura mais moderna, com o pé direito bem mais alto e mezanino. Estamos estudando um formato para dividir o que é boxe e o que que é área de granel, além de elevar a área de comércio, com uma plataforma, para evitar o risco de perdas em novas inundações. Primeiro, porém, teremos uma discussão do projeto com eles, que são os conhecedores de como funciona tudo no dia a dia", explicou o Diretor Técnico Operacional do Ceagesp, Luiz Silveira Rangel.  O maior desafio no dia a dia tem sido a logística de abastecimento. O projeto dos pavilhões é de décadas atrás, quando o padrão de caminhão utilizado era menor do que o atual. Com a diminuição do espaço, só tem aumentado a dificuldade para este abastecimento. Como a área dos galpões provisórios era usada para estacionamento e transbordo, essas ações passaram a ser feitas em um dos bolsões de estacionamento, tornando mais distantes escritórios e o espaço em que efetivamente se dão as entregas. Em dezembro a previsão é de que um estacionamento provisório seja instalado na área do pavilhão destruído, enquanto tramita a contratação da obra nova. Demolição A demolição da antiga estrutura começou na semana passada. A retirada do entulho e desmontagem das peças metálicas tem um prazo de 60 dias. No local se vê muito metal retorcido, tanto das telhas de zinco quanto das estruturas, já que o pavilhão não era de alvenaria. Soma-se a isso restos dos alimentos, ainda em retirada, como cocos, abacaxis e melancias, principais produtos comercializados no MFE-A. Há ainda documentos das empresas, que serão retirados aos poucos, conforme for garantida a segurança das estruturas.  Os destroços e resíduos orgânicos estão sendo separados e destinados a aterros sanitários ou para reciclagem.

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