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巴西资讯巴西宏观市场2026年8月1日

巴西8月电费黄色标签连挂四月,在巴中资制造业用电成本承压

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Bandeira tarifária continuará amarela em agosto

巴西国家电力局宣布8月继续维持黄色电价标签,每100千瓦时加收1.88雷亚尔,连续第四个月。干旱推高发电成本,在巴中资制造业、数据中心等高耗电行业需将额外电费纳入预算。

为什么值得关注

黄色标签连续四月,直接推高在巴中资制造业用电成本,涉及ANEEL监管动态和1.88雷亚尔/100kWh关键数字。

巴西国家电力局(Aneel)于7月31日宣布,2025年8月将继续维持黄色电价标签(bandeira tarifária amarela),所有接入国家互联系统(SIN)的消费者每消耗100千瓦时(kWh)电力需额外支付1.88雷亚尔。这已是连续第四个月实施黄色标签,反映当前巴西干旱期水电出力不足、热电厂启动带来的成本上升。对于在巴经营的中资企业,尤其是制造业和冷链物流等高耗电行业,这意味着电费支出将连续第四个月高于基准水平,需在月度预算中提前锁定能源成本。

巴西国家电力局(Aneel)于7月31日宣布,2025年8月将继续维持黄色电价标签(bandeira tarifária amarela),所有接入国家互联系统(SIN)的消费者每消耗100千瓦时(kWh)电力需额外支付1.88雷亚尔。这已是连续第四个月实施黄色标签,此前5月、6月、7月均为黄色。Aneel解释,维持黄色标签的原因是巴西正处于干旱期,水电站水库水位下降导致水力发电量减少,因此需要启动成本更高的热电厂。电价标签系统由Aneel于2015年创建,反映电力发电的可变成本,每月根据国家电力系统运营商(ONS)对发电条件的评估动态调整。目前黄色标签附加费为1.88雷亚尔/100kWh,红色一级为4.46雷亚尔/100kWh,红色二级为7.87雷亚尔/100kWh。

底稿未直接提及中资企业受影响的具体行业,但通过电价传导机制,所有接入SIN的工业、商业用户均需承担额外电费。对于在巴从事制造业、数据中心、冷链物流等高耗电业务的中资企业,电费是运营成本的重要组成部分。黄色标签连续四个月维持,意味着自2025年5月以来,每100千瓦时用电成本已额外增加1.88雷亚尔,若企业月用电量达100万千瓦时,则每月新增电费约1.88万雷亚尔。此外,若旱情持续,电价标签可能升级为红色一级或二级,届时附加费将分别升至4.46雷亚尔和7.87雷亚尔每100千瓦时,成本压力将进一步加大。相关企业应关注Aneel每月末发布的标签调整公告,并评估与当地电力分销商签订长期合同或投资分布式光伏的可能性。

CBI认为,黄色标签的持续反映巴西能源结构对水文条件的依赖度仍然较高。底稿显示,干旱导致水电出力下降是主因,而热电厂启动成本直接推高了边际电价。CBI观察,巴西进入旱季以来,水库水位持续偏低,ONS的调度策略已偏向热力发电,这一趋势在短期内难以逆转。对比历史数据,黄色标签连续四个月的情况在2015年标签系统创建后并不常见,通常出现在严重干旱年份,如2015年和2021年。CBI认为,中资企业应视此为中期信号,而非短期波动,尤其是在巴西投资建设新产能时,需将能源成本波动纳入可行性分析。

待观察:一是Aneel将于8月底发布的9月标签调整公告,若水库水位继续下降,标签可能升级为红色一级;二是ONS每月发布的发电调度报告,关注水电出力占比变化;三是巴西雨季通常在10月来临,届时水库水位能否恢复将决定黄色标签是否在四季度解除。

CBI 观察编辑判断

事实:Aneel连续第四个月维持黄色标签,附加费1.88雷亚尔/100kWh,原因是干旱导致水电出力下降。CBI认为,这并非短期波动,而是巴西能源结构脆弱性的体现,中资企业应重新评估能源成本假设,并考虑长期对冲或分布式能源投资。

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信息概要

类型
政策发布
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
在巴中资制造业、数据中心、冷链物流等高耗电企业
核验
待核验
对象
在巴中资制造业高耗电行业(数据中心、冷链)能源采购负责人
话题
政策行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Bandeira tarifária continuará amarela em agosto
原始语言
葡萄牙语
原文链接
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Bandeira tarifária continuará amarela em agosto

A bandeira tarifária permanecerá amarela em agosto, informou nesta sexta-feira (31) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos nas contas de luz será mantido para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).  É o quarto mês com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. Notícias relacionadas: Aneel leiloa mais quatro lotes de transmissão de energia. Mais de 100 mil clientes ainda estão sem energia após vendaval no Rio. Saiba como pedir ressarcimento por prejuízos com a falta de energia. “A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado", esclarece a Aneel. Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras.  As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Os valores cobrados são os seguintes:  na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;  na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;  na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com a tarifa sofrendo acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos.

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