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巴西资讯巴西税务合规2026年7月31日

巴西税改测试期启动,在巴中企需立即适应避免竞争力下滑

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Preparação para a reforma tributária como fator de competitividade

巴西税制改革进入测试期,开始象征性征收CBS和IBS,全面实施预计在2033年。调查显示超四成中小企业准备不足,在巴中资企业需立即审查商业策略,避免竞争力下降。

为什么值得关注

巴西税改测试期已启动,42%中小企业准备不足,在巴中资企业需立即调整税务策略以避免2033年全面实施时竞争力下滑。

巴西税制改革已进入测试阶段,开始象征性征收CBS(商品与服务贡献费)和IBS(商品与服务税),标志着该国企业进入新旧税制并行的过渡期。尽管全面实施预计在2033年,专家强调适应必须从现在开始。Itaú BBA商务总监Fábio Villa警告,未开始准备的企业可能失去竞争力。Serasa Experian调查显示,42%的中小企业不知道如何评估改革影响,40%无法确定自身准备阶段。对于在巴中资企业而言,这一过渡期既是合规挑战,也是调整商业策略、优化供应链的关键窗口。

巴西税制改革测试期已正式启动,开始象征性征收CBS和IBS,标志着巴西企业进入新旧税制并行的新阶段。尽管全面实施预计在2033年,专家强调适应必须从现在开始。Itaú BBA商务总监Fábio Villa警告,改革影响远超税收征收本身,未开始准备的企业可能失去竞争力。Serasa Experian调查显示,42%的中小企业不知道如何评估改革影响,40%无法确定自身准备阶段。改革将影响定价、营运资金、合同结构、供应链、技术和内部流程等企业运营的多个核心环节。

对于在巴中资企业而言,此次税改的冲击将直接传导至定价策略、供应链管理和资金流动性。底稿未明确涉及中资企业直接影响,但通过税制切换机制间接传导:企业需审查商业策略,税收抵免质量将成为选择供应商的新标准,这意味着中资企业的采购部门需重新评估现有供应商的税务合规状况。同时,未来七年需管理双重税收制度,财务、税务、商业和法律部门需协同配合。技术投资至关重要,企业系统需适应同时处理七个税种的能力。现金流管理将面临波动,CFO需在会计利润和流动性之间做出权衡。

底稿显示,改革将影响定价、营运资金、合同结构、供应链、技术和内部流程,企业需立即开始适应。CBI认为,中资企业尤其需要关注税收抵免质量这一新维度——在巴西经营的中资制造业和贸易企业,其供应商选择标准将从单纯的价格比较转向税务合规与抵免质量并重。Itaú Unibanco经济研究主管Fernando Gonçalves和Itaú BBA企业融资与支付总监Davi Faleiros均参与了相关讨论,表明巴西主流金融机构已将税改适应视为企业财务管理的核心议题。CBI观察,巴西税改的过渡期设计与中国2016年营改增的渐进式推进有相似之处,但巴西的并行税制周期长达七年,对企业系统改造和财务团队能力的要求更高。

待观察的跟踪点包括:一是CBS和IBS在测试期的实际征收细则是否会调整,特别是针对特定行业的过渡性规则;二是巴西国会是否会出台补充法规,明确税收抵免跨行业转移的具体操作办法;三是2026年巴西大选后,税改实施节奏是否会出现政策连续性变化。中资企业应持续关注Receita Federal(联邦税务局)发布的实施细则更新,并在2025年内完成内部税务系统的兼容性测试。

CBI 观察编辑判断

底稿显示,税改将影响定价、营运资金、合同结构、供应链、技术和内部流程,且42%的中小企业尚未评估影响。CBI认为,中资企业应利用未来七年过渡期,优先完成供应商税务合规审查和内部系统升级,将税改从合规负担转化为供应链优化契机。

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信息概要

类型
政策发布
方向
巴西
分类
税务合规
层级
编辑整理
地点
在巴中资企业、制造业、贸易企业、供应链上下游及财务税务部门
核验
待核验
对象
在巴中资企业税务合规负责人金融机构
话题
税务政策行业趋势

来源信息

来源
Valor Econômico
原文标题
Preparação para a reforma tributária como fator de competitividade
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
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Preparação para a reforma tributária como fator de competitividade

O início do período de testes da reforma tributária, com a cobrança simbólica da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), marca uma nova fase para as empresas brasileiras. Embora a implementação plena esteja prevista para 2033, especialistas avaliam que a adaptação precisa começar agora, diante da convivência entre o sistema atual e o novo modelo. “O impacto financeiro e o nível de complexidade serão elevados. A mudança vai muito além do recolhimento do tributo, e quem ainda não iniciou o processo está atrasado, podendo perder competitividade”, alerta Fábio Villa, diretor comercial do Itaú BBA, responsável por middle market, corporate banking, multinacionais e tech companies. O desafio ainda está distante da realidade de parte do mercado. Um levantamento feito pela Serasa Experian mostrou que 42% das pequenas e médias empresas (PMEs) não sabem avaliar o impacto da reforma em seus negócios e 40% nem sequer conseguem identificar em que estágio de preparação se encontram para lidar com o novo arcabouço tributário. Segundo Villa, o período de transição é justamente o momento para mapear impactos, revisar processos e preparar sistemas, evitando que a adaptação ocorra de forma apressada quando as novas regras entrarem em vigor. Fábio Villa, diretor comercial do Itaú BBA, responsável pelo middle market & corporate e pelos nichos tech e multinacionais Divulgação REVISÃO DE ESTRATÉGIAS Embora tenha origem na agenda tributária, o novo regime deverá produzir efeitos em praticamente todas as áreas da companhia. “Ele influencia precificação, capital de giro, estruturas de contrato, cadeia de suprimento, tecnologia e processos internos”, lista o diretor comercial. Entre as áreas mais afetadas está a comercial. A nova sistemática exigirá revisão de políticas de margens e ferramentas de gestão, por exemplo. “Produtos que hoje apresentam boa rentabilidade podem deixar de ser competitivos, ao passo que outros ganharão espaço em função da nova dinâmica dos créditos, da incidência dos impostos e do mecanismo de split payment”, diz. A possibilidade de compensar os tributos pagos ao longo da cadeia passa a ter papel central na formação de preços. Como o fornecedor passará a entregar, junto com o produto ou serviço, o crédito correspondente, empresas precisarão rever fluxos operacionais e integrar processos que hoje são conduzidos de forma separada pelas áreas financeira e fiscal. A qualidade dos créditos gerados pela cadeia de suprimentos deverá ser critério adicional na avaliação de parceiros comerciais. “As organizações passarão a olhar seus fornecedores também pela capacidade de gerar créditos fiscais consistentes. Qualquer falha pode comprometer a liquidez”, afirma Fernando Gonçalves, superintendente de pesquisa econômica do Itaú Unibanco. Fernando Gonçalves, superintendente de pesquisa econômica do Itaú Unibanco Divulgação DESAFIOS DA TRANSIÇÃO O principal desafio operacional será administrar nos próximos sete anos a convivência entre os dois modelos tributários. Na prática, isso exigirá dupla apuração de tributos, adequação de sistemas de gestão, revisão de controles internos, acompanhamento permanente das alterações regulatórias e gestão simultânea dos créditos fiscais de ambos os regimes. “Esse período exigirá forte coordenação entre os setores fiscal, financeiro, comercial e jurídico. A empresa como um todo precisará ter o mesmo nível de conhecimento”, aponta Villa. Os investimentos em tecnologia serão fundamentais, segundo Gonçalves, que destaca a importância de adaptar sistemas de emissão de documentos fiscais, compliance e controles de crédito para operar simultaneamente com sete impostos durante parte da transição. “Hoje trabalhamos com cinco tributos e caminhamos para um formato baseado em dois. Mas, por vários anos, será necessário administrar todos ao mesmo tempo.” Davi Faleiros, diretor de corporate finance e meios de pagamento do Itaú BBA Divulgação GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA A migração para o novo regime também deve mexer na tesouraria. Gonçalves chama a atenção para a volatilidade do capital de giro nos próximos anos, conforme a movimentação das alíquotas. “É muito importante acompanhar a exposição do negócio ao processo de transição e o impacto que isso tem no fluxo de caixa, retorno sobre o capital investido e os riscos regulatórios”, diz. Para Villa, o novo cenário colocará diretores financeiros diante de uma escolha difícil. “O trade--off entre o lucro contábil e a perda de liquidez ficará muito evidente. O CFO terá de decidir se prioriza o Ebitda, o lucro contábil ou o caixa, porque na nova dinâmica eles não vão andar juntos”, explica. Além da gestão financeira, será preciso revisar políticas de cobrança, mecanismos de conciliação e processos de validação da rastreabilidade fiscal, uma vez que o crédito tributário passa a integrar a própria entrega dos bens e serviços. Davi Faleiros, diretor de corporate finance e meios de pagamento do Itaú BBA, enfatiza o papel estratégico da diretoria financeira. Ele destaca a importância do mapeamento dos impactos em todo o ecossistema da empresa, considerando as particularidades de cada setor e produto na hora de comprar e vender. “Embora a virada exija ajustes práticos imediatos em sistemas, tecnologia e logística, a área financeira assume a função vital de mensurar economicamente cada decisão”, aponta. Gustavo Aoki, diretor de estratégia do Itaú BBA Divulgação DIFERENCIAL COMPETITIVO Especialistas avaliam que a reforma também cria possibilidades. “A transformação está posta para todos, e o lado positivo de um processo tão profundo é a oportunidade de buscar melhorias”, justifica Villa. Para atender a essa demanda, o Itaú BBA vem ampliando seu papel consultivo, com especialistas em tributação, economia, crédito e cash management, para auxiliar na construção de cenários e na adaptação de modelos de negócio. “Nossa atuação como advisor estratégico é holística, combinando soluções que vão desde a análise dos impactos macroeconômicos até os efeitos práticos no dia a dia do cash management, nas operações de crédito e na gestão de pagamentos e recebimentos. Estamos ao lado da área financeira para analisar o plano de negócios e mensurar os impactos reais na operação”, explica Faleiros. O banco também oferece produtos by design, conforme o setor de atividade, porte da companhia e regionalidade. Para Gustavo Aoki, diretor de estratégia do Itaú BBA, a reforma tributária deve representar um momento de reestruturação do ambiente concorrencial brasileiro. “A reforma tributária pode redefinir vantagens competitivas. Empresas que compreenderem seus impactos sobre preços, margens e capital de giro estarão em melhor posição para capturar as oportunidades na transição”, alerta.

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