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巴西资讯巴西金融监管2026年7月18日

中东冲突推油价飙升16%,在巴中资企业需警惕汇率与成本波动

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Dólar sobe para R$ 5,11, e bolsa fica estável, apesar de tensão global

本周五美元升至5.111雷亚尔,巴西股市微跌,石油价格飙升近5%,中东冲突升级引发全球避险情绪,在巴中资企业需关注汇率成本及能源供应链风险。

为什么值得关注

美元升至5.111雷亚尔,石油周涨16%,在巴中资企业面临汇率成本上升和能源供应链风险,直接影响采购、出口及资金结算。

本周五(17日),受中东冲突升级及全球避险情绪影响,美元对雷亚尔小幅收高至5.111雷亚尔,巴西股市Ibovespa指数结束连续三周上涨,微跌0.06%。布伦特原油和WTI原油分别飙升4.59%和4.48%,周涨幅均达16%。对于在巴西经营的中资企业,汇率波动和能源成本上升可能直接影响采购、出口及资金结算,尤其是制造业和贸易类企业需警惕短期财务压力。

本周五(17日),美元对雷亚尔小幅收高,巴西股市Ibovespa指数结束连续三周上涨,石油价格飙升近5%。中东冲突升级引发全球避险情绪,人工智能企业悲观情绪也影响全球交易。石油价格上涨缓解了巴西货币的损失并支撑了巴西国家石油公司(Petrobras)的股价,但不足以阻止巴西股市下跌。主要数据:美元现货上涨0.24%,收于5.111雷亚尔;Ibovespa指数下跌0.06%,收于173,714.08点;布伦特原油上涨4.59%至88.10美元/桶;WTI原油上涨4.48%至82.49美元/桶。美元跟随美元对新兴市场货币走强,因避险情绪升温。美元盘中最高触及5.133雷亚尔,午后回落。本周美元对雷亚尔基本持平,7月累计下跌1%,2026年累计贬值6.88%。尽管外部环境不利,雷亚尔表现优于其他新兴市场货币。石油价格上涨有利于巴西这一重要石油出口国的贸易条件,减轻了部分汇率压力。美国对巴西商品加征关税问题暂被投资者忽视。Ibovespa指数小幅下跌,确认了一个月来首次周度下跌。盘中一度上涨,但随后因远期利率上升和消费类股领跌而走弱。巴西国家石油公司受油价上涨支撑,限制了指数跌幅;银行股全线下跌,零售、建筑和教育类股跌幅最大。除地缘政治紧张外,投资者还关注巴西5月经济活动放缓(IBC-Br指标)以及美国对巴西商品加征关税的影响。海外方面,芯片制造商和人工智能相关股票下跌也施压全球市场,推动资金流向低风险资产。国际石油合约大幅上涨,因美伊冲突加剧以及霍尔木兹海峡运输中断担忧。布伦特原油上涨4.59%至88.10美元/桶,WTI原油上涨4.48%至82.49美元/桶。两种基准油价本周均累计上涨约16%,反映市场担忧冲突升级导致供应冲击并推高能源价格,可能影响全球通胀和主要经济体的货币政策预期。

对于在巴西的中资企业,本次市场波动直接影响多个行业。制造业和贸易类企业面临汇率成本上升,美元走强意味着以雷亚尔计价的进口成本增加,尤其是依赖中国进口零部件的企业。能源相关企业,如石油贸易商或石化项目,受益于油价上涨,但需警惕供应链中断风险。零售和建筑类企业受股市下跌和消费类股领跌影响,可能面临融资成本上升和需求放缓。底稿未涉及中资企业直接影响,但通过汇率和能源价格机制间接传导,企业应关注巴西央行(BCB)后续汇率干预政策及美国关税谈判进展。

CBI 观察编辑判断

底稿显示美元对雷亚尔7月累计下跌1%,2026年累计贬值6.88%,雷亚尔表现优于其他新兴市场货币,但CBI认为中东冲突若持续,避险情绪可能进一步推高美元,削弱雷亚尔相对优势。数据表明石油价格周涨幅达16%,CBI观察这一涨幅若延续,将推高巴西国内燃料成本,间接影响物流和制造业运营支出,企业需提前对冲风险。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
制造业、贸易类、零售、建筑及能源相关在巴中资企业
核验
待核验
对象
在巴中资企业投资者贸易商
话题
金融

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Dólar sobe para R$ 5,11, e bolsa fica estável, apesar de tensão global
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
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Dólar sobe para R$ 5,11, e bolsa fica estável, apesar de tensão global

O dólar fechou em leve alta frente ao real, o Ibovespa interrompeu uma sequência de três semanas de ganhos e o petróleo disparou quase 5% nesta sexta-feira (17), em um dia marcado pela escalada do conflito no Oriente Médio. O pessimismo com empresas de inteligência artificial também influenciou as negociações em todo o planeta. O avanço das cotações do petróleo amenizou as perdas da moeda brasileira e sustentou ações da Petrobras, mas foi insuficiente para impedir a queda da bolsa brasileira. Notícias relacionadas: Brasil não deixará de negociar tarifas impostas pelos EUA, diz Durigan. Atividade econômica cresceu 0,1% em maio. Principais números: Dólar à vista: +0,24%, a R$ 5,111; Ibovespa: -0,06%, aos 173.714,08 pontos; Petróleo Brent: +4,59%, a US$ 88,10 o barril; Petróleo WTI: +4,48%, a US$ 82,49 o barril. Câmbio O dólar acompanhou o fortalecimento da moeda estadunidense diante das divisas de países emergentes em uma sessão dominada pela aversão ao risco. A intensificação dos confrontos entre Estados Unidos e Irã elevou a procura por ativos considerados mais seguros, favorecendo a moeda norte-americana. A divisa chegou à máxima de R$ 5,133 por volta das 10h30, mas perdeu força ao longo da tarde e encerrou o dia cotada a R$ 5,111, com alta de R$ 0,24%. Na semana, a variação foi praticamente nula, com o dólar caindo 1% frente ao real em julho. Em 2026, a moeda acumula desvalorização de 6,88%. Apesar do cenário externo desfavorável, o real teve desempenho melhor que o de outras moedas emergentes. O avanço das cotações do petróleo beneficiou a perspectiva para os termos de troca do Brasil, importante exportador da commodity, reduzindo parte da pressão cambial. O aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros permaneceu em segundo plano para os investidores. Mercado de ações O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou a sexta-feira com leve queda de 0,06%, aos 173.714,08 pontos, confirmando a primeira perda semanal em um mês. O índice chegou a operar em alta durante parte do pregão, mas perdeu força à medida que os juros futuros avançaram e as ações ligadas ao consumo passaram a liderar as perdas. O desempenho da Petrobras, impulsionado pela valorização do petróleo, limitou as perdas do principal índice da B3. Em contrapartida, ações de bancos recuaram em bloco, enquanto empresas dos setores de varejo, construção civil e educação figuraram entre as maiores baixas. Além da tensão geopolítica, investidores acompanharam a desaceleração da atividade econômica brasileira medida pelo (IBC-Br) de maio e os efeitos do aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. No exterior, a queda das ações de fabricantes de chips e empresas ligadas à inteligência artificial também pressionou os mercados globais, reforçando o movimento de migração para ativos com risco menor. Petróleo Os contratos internacionais de petróleo registraram forte alta após a intensificação dos ataques entre Estados Unidos e Irã e o aumento das preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo. O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, avançou 4,59%, encerrando o dia a US$ 88,10 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 4,48%, para US$ 82,49. As duas referências acumulam valorização próxima de 16% na semana, refletindo o receio de que a escalada do conflito provoque novos choques de oferta e mantenha elevada a pressão sobre os preços da energia, com potencial impacto sobre a inflação global e as expectativas para a política monetária das principais economias. *Com informações da Reuters

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