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巴西资讯巴西宏观市场2026年7月14日

巴西工业信心跌至疫情来最低,在巴中资制造业需警惕订单与投资收缩

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Confiança da indústria cai ao menor nível desde a pandemia

2025年7月巴西工业企业家信心指数降至44.4点,连续19个月低于荣枯线,预期指数创近三年最大降幅,外部不确定性(中东冲突、美国关税威胁)加剧悲观情绪,可能拖累在巴中资制造业的订单、投资与用工决策。

为什么值得关注

巴西工业信心指数连续19个月低于荣枯线,预期指数创近三年最大降幅,直接关联在巴中资制造业的订单、投资与用工决策。

巴西国家工业联合会(CNI)7月13日发布的调查显示,2025年7月巴西工业企业家信心指数(Icei)降至44.4点,较6月下降2.3点,为新冠疫情高峰以来的最低水平。该指数已连续19个月低于50点的信心分界线,是历史上第二长的悲观周期,仅次于2015-2016年经济衰退期。两个分项指数均下滑:当前状况指数降至41.6点,预期指数降至45.8点,后者创2022年11月以来最大单月降幅。CNI经济分析经理Marcelo Azevedo指出,长期悲观情绪将抑制生产、投资和就业。调查于7月1日至7日进行,样本涵盖1118家企业。

巴西工业企业家信心指数(Icei)在2025年7月进一步恶化,降至44.4点,较6月下滑2.3点,这是自2020年新冠疫情高峰以来的最低读数。该指数已连续19个月低于50点的荣枯线,意味着工业界整体处于悲观区间,持续时间仅次于2015-2016年经济衰退期。CNI经济分析经理Marcelo Azevedo表示,长期悲观情绪会减少就业、生产甚至取消生产性投资。Icei的两个分项均出现下降:当前状况指数下降0.7点至41.6点,表明企业家认为商业环境和经济状况比六个月前更差;预期指数下降3.1点至45.8点,创2022年11月以来最大降幅,对自身企业的乐观情绪减弱,对巴西经济的看法更加负面。CNI指出,预期恶化与国际不确定性增加有关,包括中东冲突加剧以及美国可能恢复对巴西产品加征关税。

对于在巴西经营的中资制造业企业而言,这一指数走势意味着直接的市场信号。底稿虽未单独列出中资企业受影响的具体数据,但通过以下机制间接传导:首先,巴西本土工业企业家信心低迷将导致其减少设备采购、零部件进口和外包订单,这可能影响在巴中资企业作为供应商或配套厂商的出货量;其次,预期指数大幅下滑意味着巴西企业投资意愿减弱,中资企业在巴西的绿地投资或合资扩产项目可能面临更谨慎的合作伙伴或更长的决策周期;第三,当前状况指数低于42点,表明巴西工业整体经营环境恶化,中资企业需关注自身在巴西的应收账款周转、库存管理和用工稳定性。巴西国家工业联合会(CNI)是巴西工业界最具影响力的行业组织,其调查结果通常被巴西央行、财政部及各大商业银行作为经济研判的参考指标。

CBI解读:底稿数据显示,巴西工业信心已连续19个月处于收缩区间,且7月预期指数创近三年最大跌幅,表明企业家对未来的悲观情绪正在加速。CBI认为,这一趋势与外部风险高度相关——中东冲突升级推高能源与物流成本,美国可能恢复对巴西产品加征关税则直接威胁巴西出口导向型工业的订单稳定性。值得注意的是,2015-2016年经济衰退期巴西GDP累计萎缩超过7%,而当前信心指数的悲观周期长度已接近彼时,若后续数月指数未能回升,巴西工业生产可能在2025年下半年进一步承压。对于在巴中资企业而言,需将这一指数作为先行指标,动态调整库存、投资和人员配置计划。

待观察:1)8月Icei指数能否止跌回升,尤其是预期指数是否企稳,将反映企业家对下半年巴西经济走势的判断;2)美国贸易代表办公室(USTR)是否在8-9月正式启动对巴西产品加征关税的程序,这将直接影响巴西工业出口预期;3)巴西央行货币政策委员会(Copom)在9月议息会议上的利率决策,若降息幅度不及预期,可能进一步压制工业投资意愿。

CBI 观察编辑判断

底稿显示巴西工业信心已连续19个月处于收缩区间,且7月预期指数创近三年最大跌幅,表明企业家对未来的悲观情绪正在加速。CBI认为,这一趋势与外部风险高度相关——中东冲突升级推高能源与物流成本,美国可能恢复对巴西产品加征关税则直接威胁巴西出口导向型工业的订单稳定性。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
在巴中资制造业企业、巴西本土工业及供应链相关企业
核验
待核验
对象
在巴中资制造业企业在巴中资贸易商与出口商在巴中资投资与项目开发团队
话题
行业趋势金融

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Confiança da indústria cai ao menor nível desde a pandemia
原始语言
葡萄牙语
原文链接
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Confiança da indústria cai ao menor nível desde a pandemia

A confiança dos empresários da indústria brasileira atingiu, em julho, o menor nível desde o auge da pandemia de covid-19. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 2,3 pontos em relação a junho, passando de 46,7 para 44,4 pontos, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com o resultado, o indicador permanece há 19 meses consecutivos abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança. Trata-se da segunda maior sequência de pessimismo da série histórica, atrás apenas do período de recessão econômica entre 2015 e 2016. Pessimismo prolongado Notícias relacionadas: Indústria brasileira recua 0,2% em maio; primeira queda desde 2025. Para a CNI, a permanência do índice em nível negativo por um período prolongado pode impactar diretamente a atividade industrial. Segundo o gerente de Análise Econômica da entidade, Marcelo Azevedo, a persistência do pessimismo tende a reduzir o ritmo da produção, frear investimentos e afetar o mercado de trabalho. "Na medida em que se tem um período tão longo de pessimismo, isso se traduz em redução do número de empregados, da produção ou até cancelamento de investimentos produtivos", afirmou Azevedo em nota. Expectativas menores Os dois componentes que formam o Icei registraram queda em julho. O Índice de Condições Atuais recuou 0,7 ponto, para 41,6 pontos, indicando que os empresários avaliam que o ambiente de negócios e a economia estão piores do que há seis meses. O Índice de Expectativas caiu 3,1 pontos, para 45,8 pontos, registrando o maior recuo desde novembro de 2022. Com isso, o otimismo em relação às próprias empresas perdeu força, enquanto a percepção sobre a economia brasileira tornou-se ainda mais negativa. Cenário externo De acordo com a CNI, a deterioração das expectativas está ligada ao aumento das incertezas no cenário internacional. Entre os fatores apontados estão o agravamento dos conflitos no Oriente Médio e a possibilidade de retomada de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, fatores que elevaram a percepção de risco entre os empresários. "A piora das expectativas se deve, possivelmente, ao aumento das incertezas do cenário externo, tanto o acirramento da guerra no Oriente Médio como também a eventual retomada de tarifas americanas sobre produtos brasileiros", avaliou Marcelo Azevedo. Como funciona O Icei varia de zero a 100 pontos. Resultados abaixo de 50 indicam falta de confiança dos empresários industriais, enquanto índices acima desse patamar sinalizam confiança. Para a edição de julho, a CNI ouviu 1.118 empresas entre os dias 1º e 7 de julho, sendo 442 de pequeno porte, 411 de médio porte e 265 de grande porte.

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