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巴西资讯巴西宏观市场2026年4月28日

巴西部长称减少工作日将激发创业精神

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Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro

巴西创业、微型企业和小型企业部长Paulo Pereira表示,将6x1工作制改为每周休息两天,不仅能提升生活质量,还能通过增加自由时间刺激创业精神,推动新业务发展。

为什么值得关注

该表态反映巴西政府推动减少工作周的立场,可能影响劳动法规改革及创业生态。

巴西创业、微型企业和小型企业部长Paulo Pereira于本周二(28日)在巴西通信公司(EBC)制作的《早安,部长》节目中表示,将每周工作六天休息一天(6x1制)改为每周休息两天,不仅有利于人们的生活质量,还能通过增加自由时间刺激创业精神,推动新业务发展。 巴西创业、微型企业和小型企业部长Paulo Pereira在本周二(28日)参加巴西通信公司(EBC)制作的《早安,部长》节目时表示,将每周工作六天休息一天(6x1制)改为每周休息两天,不仅有利于人们的生活质量,还能通过增加自由时间刺激创业精神,推动新业务发展。Pereira认为,减少工作时间与创业世界并不矛盾,反而能激发人们对自主权的追求。他声称,如果新工作制获批,将会有更多人利用额外时间通过应用程序、新服务或职业转型来增加收入。部长还指出,低收入工人将尤其受益,因为他们通常住得更远、工作时间更长。他批评反对减少工作日的言论是历史上反对废除奴隶制、反对劳动权利的精英话语的重复。政府估计,在近4500万创业者中,约有10%至15%可能受到新工作制的影响,政府将考虑通过税收优惠、信贷支持等措施来缓解影响。
CBI 观察编辑判断

部长将减少工作日与创业精神直接关联,并主动回应反对声音,显示政府意在争取社会共识。约400-500万创业者可能受影响,后续税收与信贷配套措施值得关注。

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信息概要

类型
政策发布
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
巴西创业者、微型及小型企业、低收入工人、相关行业(如应用程序、新服务业)
核验
待核验
对象
在巴中资企业创业者对巴西感兴趣的普通读者
话题
政策行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Redução da jornada vai favorecer o empreendodorismo, diz ministro

A redução da jornada de seis dias de trabalho por um de descanso terá impacto positivo não apenas para a qualidade de vida das pessoas, favorece também a economia, estimulando iniciativas empreendedoras para novos negócios, segundo o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira. Pereira participou, nesta terça-feira (28), do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Notícias relacionadas: Fim da escala 6x1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação. Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6x1. CCJ aprova admissibilidade de propostas que acabam com escala 6x1. “Objetivamente falando, a redução é boa para o empreendedorismo. Ela vai criar mais tempo livre para as pessoas, mais autonomia para consumir e, inclusive, para empreender”, avalia. Paulo Pereira não vê incompatibilidades entre a redução da escala 6 por 1 e o mundo do empreendedorismo. É exatamente este “espírito da autonomia”, da liberdade de escolha sobre o que fazer com o próprio tempo, o que está por trás da proposta de redução da jornada, defende o ministro. “O que estimula o empreendedorismo é, muitas vezes, a busca por autonomia”, reforçou. “Estou convencido disso. Se a nova escala [com dois dias de folga semanal] for aprovada, vamos aumentar o empreendedorismo no Brasil. Teremos um monte de gente usando esse tempo novo para fazer mais renda, seja com aplicativo, com um serviço novo, ou para se preparar para uma mudança de carreira”, acrescentou. Segundo o ministro, o impacto na economia pode ser positivo, tanto para o fortalecimento do nosso mercado interno como para a geração de novos negócios e novas forças de trabalho. Base da pirâmide Para Paulo Pereira a redução da jornada afetará positivamente de forma especial os trabalhadores de menor renda. Pessoas que, em geral, segundo disse, moram mais longe e dedicam mais tempo da vida ao trabalho. “São pessoas que têm mais dificuldades”, argumentou. O ministro reiterou que muitas das críticas à redução da jornada são apenas repetições de discursos históricos de uma elite que, em outros tempos, foi contrária ao fim da escravidão e, depois, contrária aos direitos trabalhistas. “Esse medo já existiu quando a gente implementou o salário mínimo, quando a gente implementou as férias, o décimo terceiro. Até quando acabaram com a escravidão existiu muito desse discurso”, disse. “Toda vez que a gente apresenta uma nova gama de direitos aos trabalhadores, surge o medo de que o aumento de custo vai afetar a produtividade brasileira e que a economia brasileira vai acabar. E ela nunca acaba. Continua forte”, acrescentou. Paulo Pereira disse que o governo estará atento para, se necessário, adotar medidas de forma a amenizar eventuais impactos que a mudança poderá trazer, “mas em situações específicas, ainda a serem avaliadas”. Na avaliação do governo, entre 10% e 15% dos empreendedores poderão sentir algum efeito, algo que, segundo o ministro, “é pouca gente” em um universo de quase 45 milhões de pessoas. “Estamos falando de quatro ou cinco milhões de pessoas que podem ter algum impacto caso a escala 6 por 1 seja aprovada. Mas o governo está se esforçando para criar mecanismos de suavização desse impacto”, disse. “Pode ser um benefício fiscal, pode ser mais apoio, mais crédito. Vamos criar uma regra que seja boa para todo mundo. O governo não vai deixar ninguém para trás. Vamos cuidar daqueles que possam ter algum impacto e criar soluções específicas para eles”, afirmou.

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