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巴西资讯巴西宏观市场2026年4月10日

巴西调查:超三分之一求职者首选正式劳动合同

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Pesquisa mostra que brasileiro prefere emprego com carteira assinada

巴西国家工业联合会最新调查显示,尽管零工经济等新工作模式兴起,但36.3%的求职者仍将受《劳动法》保护的正式劳动合同工作视为首选,尤其在年轻群体中偏好更明显,反映出巴西劳动力市场对稳定性与社会保障的持续重视。

为什么值得关注

为在巴中资企业及投资者理解当地劳动力偏好、制定人力资源策略提供关键数据参考。

巴西国家工业联合会(CNI)近期发布的一项调查揭示,在巴西劳动力市场中,传统的正式劳动合同工作模式依然占据主导吸引力。根据由Nexus研究所于2025年10月10日至15日期间对全国2008名16岁及以上人士进行的访谈,超过三分之一(36.3%)近期找工作的劳动者认为,受《劳动法》管辖、享有完整劳动权利与社会保障的正式工作是最具吸引力的选择。这一发现凸显了在新型工作形式不断涌现的背景下,巴西劳动者对工作稳定性与安全感的普遍追求。 调查数据显示,正式劳动合同(CLT)以36.3%的偏好率位居求职者选择首位,远超其他工作模式。自主经营以18.7%的比例位列第二,而非正式工作(12.3%)和数字平台工作(10.3%)的吸引力相对较低。CNI的产业与政策专家Claudia Perdigão指出,尽管数字平台工作等新模式在增长,但劳动者依然高度重视劳动权利、稳定性和社会保障,这些因素构成了正式工作的关键差异化优势。值得注意的是,年轻劳动者对正式工作的偏好尤为强烈。在25至34岁的群体中,高达41.4%的人首选CLT模式;16至24岁的年轻人中,这一比例也达到38.1%。Perdigão分析认为,这反映了年轻人在职业生涯初期对安全感和稳定性的迫切需求。与此同时,数字平台工作目前主要被视为补充收入来源。调查显示,仅30%的受访者将此类活动视作主要生计,多数人仍将其作为辅助性收入渠道。劳动力市场整体呈现出高满意度和低流动性的特点。高达95%的受访者对当前工作表示满意,其中70%感到“非常满意”。这可能解释了求职活跃度相对较低的现象:仅20%的受访者在近期寻找过其他工作。然而,年龄和在职时长显著影响流动性:16至24岁的年轻人中,有35%曾寻找新职位;而在当前岗位工作不足一年的劳动者中,这一比例升至36.7%。相比之下,60岁以上劳动者中仅6%寻找过新工作,在同一岗位工作五年以上者中该比例仅为9%。这项由CNI与Nexus研究所合作的调查,为理解巴西就业市场的深层结构和劳动者心态提供了关键数据。它表明,即便在劳动关系日益灵活化的全球趋势下,巴西劳动力市场对传统保障模式的依赖依然根深蒂固,这或将对未来的劳动政策制定与企业雇佣策略产生重要影响。
CBI 观察编辑判断

调查揭示了巴西劳动力市场一个看似矛盾的现象:在零工经济兴起和社交媒体热议新型工作模式的背景下,绝大多数劳动者,尤其是年轻人,仍将传统正式工作视为首选。这提示我们,巴西就业市场的转型可能比表面讨论更为复杂和缓慢,稳定性和社会保障仍是核心诉求。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
巴西求职者、在巴中资企业、人力资源行业、数字平台企业
核验
待核验
对象
在巴中资企业投资者平台企业
话题
市场行业趋势政策

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Pesquisa mostra que brasileiro prefere emprego com carteira assinada
原始语言
葡萄牙语
原文链接
查看原文 →
编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Pesquisa mostra que brasileiro prefere emprego com carteira assinada

Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente. De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho. “Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.  Principais números da pesquisa 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT); 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção; 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo; 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais; 9,3% preferem abrir o próprio negócio; 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ); 20% não encontraram oportunidades atrativas. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Preferência entre jovens Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira. 41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT; 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo. Segundo Claudia Perdigão, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional. Renda complementar O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda. Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento. Alta satisfação A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades. 95% estão satisfeitos com o emprego atual; 70% se dizem muito satisfeitos; 4,6% estão insatisfeitos; 1,6% muito insatisfeitos. A mobilidade no mercado é limitada: 20% buscaram outro emprego recentemente; 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga; 6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo. O tempo no emprego também influencia: 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga; 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo. Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.

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