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巴西资讯巴西宏观市场2026年8月14日

巴西女性正式就业占比升至46.4%,中资企业用工结构需关注

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Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal

巴西劳动与就业部发布6月RAIS数据,正式就业岗位达6280万个,女性占比升至46.4%,种族申报改善。中资企业需关注劳动力市场结构变化,调整用工与合规策略。

为什么值得关注

巴西正式就业性别结构变化及种族申报改善,直接影响中资企业用工合规和招聘策略。

巴西劳动与就业部(MTE)于6月13日发布月度RAIS数据,显示巴西正式就业岗位总数达6280万个,其中女性占46.4%(29,182,235个),男性占53.6%(33,708,974个),性别差距较2023年1月(男性55.7%,女性44.2%)明显缩小。2023年1月至2026年6月,巴西新增1010万个正式就业岗位,女性占据580万个,男性仅430万个。对于在巴中资企业,劳动力市场性别结构变化及种族信息申报改善,可能影响招聘策略和合规成本。

根据巴西劳动与就业部(MTE)发布的6月月度RAIS数据,巴西正式就业岗位总数达6280万个,包括签劳动合同的工人和公务员。女性岗位占比升至46.4%,共29,182,235个;男性占53.6%,共33,708,974个。这一差距较2023年1月(男性55.7%,女性44.2%)显著缩小。2023年1月至2026年6月,巴西新增正式就业1010万个,其中女性占据580万个,男性430万个,显示女性在新增就业中的主导地位。数据还显示种族多样性:自认棕色人种(parda)的工人有2730万,白人2680万,黑人460万,黄种人60万,原住民23.9万。未申报种族信息的岗位从三年半前的1720万降至310万,MTE副统计秘书Paula Montagner表示,这得益于针对企业的宣传活动。教育方面,54%的工人(3370万)拥有高中文凭,1520万人拥有高等教育或研究生学历。74%的工人年龄在30岁以上。正式就业平均月收入为4389.49雷亚尔。服务业是最大就业部门,提供3820万个岗位,其次是商业(1050万)、工业(910万)、建筑业(300万)和农业(180万)。

对于在巴中资企业,底稿未直接提及中资企业影响,但通过劳动力市场结构变化间接传导。服务业岗位占比最高(3820万),中资企业若涉及零售、物流或金融服务,需关注女性劳动力占比上升趋势,可能影响招聘和人力资源管理。同时,种族信息申报改善(未申报岗位从1720万降至310万)意味着企业需更严格地遵守巴西劳动法中的种族信息登记要求,否则可能面临合规风险。此外,教育水平提升(54%高中文凭,1520万高等教育)表明劳动力素质提高,中资企业可考虑调整岗位技能要求,但需注意平均月收入4389.49雷亚尔带来的成本压力。

CBI解读:底稿显示巴西正式就业性别差距缩小,女性新增就业岗位超过男性,这反映了劳动力市场结构性变化。CBI认为,这一趋势可能受服务业扩张驱动,因为服务业是女性就业的主要领域。同时,种族信息申报改善表明巴西政府加强劳动监管,中资企业需确保员工信息登记完整,避免因未申报种族信息而受罚。数据还显示,30岁以上工人占74%,意味着劳动力老龄化,中资企业需考虑年轻劳动力短缺问题。

待观察:一是巴西劳动与就业部后续月度RAIS数据,特别是性别占比是否持续变化;二是种族信息申报改善是否持续,以及是否伴随执法加强;三是服务业岗位增长趋势,若持续,中资企业可评估服务业投资机会。

CBI 观察编辑判断

底稿显示女性新增就业岗位超过男性,且种族信息申报大幅改善。CBI认为,这反映巴西劳动力市场向更包容和规范方向发展,中资企业需适应这一趋势,加强合规管理,并关注服务业扩张带来的机遇。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
在巴中资企业,特别是服务业、零售、物流及金融行业
核验
待核验
对象
在巴中资企业人力资源负责人税务合规负责人
话题
行业趋势政策

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal

Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho, divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).  A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Notícias relacionadas: Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres. Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio . Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.  Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino.  O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.       A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro.  Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil.  Outros 3,1 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.   "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar", explicou a subsecretária de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados. A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 milhões ensino superior ou pós-graduação.  A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 38,2 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhões).

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