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巴西资讯巴西科技平台2026年8月29日

巴西40%职场人私用AI工具,中资企业数据合规风险上升

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40% dos profissionais usam suas próprias ferramentas de IA no trabalho, aponta KnowBe4

KnowBe4研究显示,巴西40%专业人士在工作中使用个人AI工具,13.5%绕过公司批准软件,49.5%承认共享机密信息构成威胁。中资企业需警惕员工违规使用AI导致的数据泄露和合规风险。

为什么值得关注

40%巴西职场人私用AI工具,中资企业面临数据泄露和LGPD合规风险,需立即调整内部AI治理政策。

网络安全公司KnowBe4最新研究显示,巴西职场中个人AI工具的使用已相当普遍:40%的专业人士在工作中使用自己的AI工具,其中13.5%优先使用个人解决方案而非公司批准的软件。尽管员工了解内部规则,但49.5%的受访者承认在未经核实的AI工具中共享机密信息会对公司安全构成重大威胁。这一趋势对在巴中资企业意味着,员工行为可能成为数据泄露的突破口,尤其在金融、制造和科技行业,合规风险不容忽视。

KnowBe4的研究揭示了一个正在巴西职场蔓延的现象:个人AI工具的“影子使用”已成为常态。数据显示,40%的巴西专业人士在工作中使用自己的AI工具,13.5%甚至优先选择个人解决方案而非公司批准的软件。更令人警惕的是,49.5%的受访者承认,在未经核实的AI工具中共享机密信息会对公司安全构成重大威胁——尽管他们了解内部规则。过去12个月中,51%的安全领导者表示,未经授权的AI软件使用直接损害了组织的安全态势。KnowBe4的CISO技术顾问Rafael Peruch指出:“网络安全已进入一个不稳定阶段,组织正试图保护由人和AI代理组成的混合劳动力。这是一个动态环境,变化速度超过安全领导者能跟上的程度。”他补充说,数据表明禁止AI在实践中无效。

对于在巴中资企业,这一趋势带来的冲击是直接的。无论是制造业、金融服务还是科技行业,员工使用个人AI工具处理工作内容,可能导致客户数据、财务信息或商业计划被输入到未经验证的第三方平台,从而违反巴西《通用数据保护法》(LGPD)以及中国《数据安全法》的域外适用要求。虽然底稿未明确提及中资企业受影响的具体案例,但通过员工行为这一机制,风险已间接传导至所有在巴运营的外资企业。巴西监管机构如ANPD(国家数据保护局)对数据泄露的处罚力度逐年加强,中资企业若未能有效管控员工AI使用行为,可能面临罚款、声誉损失乃至业务中断。

CBI解读认为,底稿数据表明巴西企业普遍存在AI治理缺口:只有33%的组织达到“黄金标准”安全成熟度,即能够同时管理人为和AI相关风险的文化。但CBI观察到一个矛盾现象:尽管安全成熟度不高,95%的巴西安全领导者却对组织应对AI驱动威胁的能力表示信心。这种信心可能源于对现有安全体系的信任,但也可能低估了AI工具快速迭代带来的新风险。CBI认为,中资企业不应被这种表面信心误导,而应主动建立AI使用规范,例如制定允许使用的AI工具清单、对员工进行数据安全培训,并部署监控机制以检测未经授权的AI访问。

未来值得关注的跟踪点包括:一是巴西ANPD是否会针对职场AI使用出台更具体的合规指引,时间可能在2025年下半年;二是KnowBe4或其他机构是否会发布后续研究,量化个人AI工具导致的数据泄露事件数量;三是中资企业密集的行业(如汽车、电子制造)是否会因员工AI使用不当而出现公开的合规处罚案例。这些动态将直接影响在巴中资企业的合规策略调整节奏。

CBI 观察编辑判断

底稿显示巴西企业AI安全成熟度仅33%,但95%安全领导者信心充足,这一反差值得警惕。CBI认为,中资企业应基于自身风险敞口制定AI使用规范,而非依赖当地市场的普遍信心。

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信息概要

类型
行业趋势
方向
巴西
分类
科技平台
层级
编辑整理
地点
在巴中资企业,尤其金融、制造和科技行业
核验
待核验
对象
在巴中资企业税务合规负责人法务团队
话题
科技合规行业趋势

来源信息

来源
TI Inside
原文标题
40% dos profissionais usam suas próprias ferramentas de IA no trabalho, aponta KnowBe4
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

40% dos profissionais usam suas próprias ferramentas de IA no trabalho, aponta KnowBe4

40% dos profissionais brasileiros recorrem ao uso de suas próprias ferramentas de IA no trabalho e 13,5% priorizam essas soluções pessoais em detrimento das ferramentas aprovadas pela empresa, aponta KnowBe4. O estudo traz que, apesar da consciência das regras internas, 49,5% dos entrevistados reconhecem que o compartilhamento de informações confidenciais em ferramentas de IA não verificadas representa uma ameaça significativa à segurança de suas empresas. Rafael Peruch, CISO Advisor Técnico da KnowBe4, compartilha: “A cibersegurança entrou em uma fase volátil, na qual as organizações estão tentando proteger uma força de trabalho híbrida composta por pessoas e agentes de IA. É um ambiente dinâmico que está mudando mais rápido do que os líderes de segurança conseguem acompanhar." Segundo o executivo, os dados destacam o motivo pelo qual proibir a IA é ineficaz na prática. Nos últimos 12 meses, 51% dos líderes de segurança afirmam que o uso não autorizado de softwares e aplicações de IA comprometeu diretamente a postura de segurança de suas organizações.  Os números condizem com uma tendência do mercado brasileiro. Uma pesquisa da Read AI revela que 68% dos profissionais brasileiros usam ferramentas de IA diariamente no trabalho, mas apenas 31% possuem acesso oficial ou treinamento adequado fornecido por seus empregadores. De acordo com a KnowBe4, essa lacuna de capacitação corporativa é precisamente o que leva os funcionários a buscar atalhos não autorizados para dar conta das demandas diárias de trabalho. O levantamento da companhia, também, aponta que o excesso de trabalho e as distrações do dia a dia fazem com que 62% dos colaboradores cometam erros de segurança, mesmo cientes das regras. Além disso, 43% dos líderes de cibersegurança apontam as distrações no local de trabalho como uma das principais causas de falhas humanas, enquanto 65% citam erros não intencionais durante o trabalho de rotina como o principal fator de risco. Apesar da crescente conscientização, apenas 33% das organizações pesquisadas no Brasil atingiram o modelo de maturidade de segurança considerado "padrão de ouro", definido como uma cultura capaz de gerenciar simultaneamente riscos humanos e relacionados à IA. No entanto, 95% dos líderes de segurança brasileiros expressam confiança na preparação de suas organizações para enfrentar ameaças emergentes impulsionadas por IA nos próximos 12 meses, sinalizando uma mudança de mentalidade na liderança local de segurança.

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