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巴西资讯巴西金融监管2026年4月10日

巴西3月通胀率升至0.88%,交通与食品价格为主要推手

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Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE

巴西地理与统计研究所(IBGE)发布数据显示,2026年3月巴西官方通胀指标IPCA达到0.88%,较2月上升0.18个百分点,主要由交通和食品饮料类价格推动,其中汽油、柴油、牛奶和番茄等价格大幅上涨是主要因素。

为什么值得关注

该数据是评估巴西经济状况、制定货币政策和预测市场走势的关键依据。

巴西地理与统计研究所(IBGE)于4月10日发布2026年3月通胀数据。数据显示,衡量巴西官方通胀水平的全国广义消费者价格指数(IPCA)在3月达到0.88%,较2月的0.70%上升0.18个百分点。这一增长主要由交通和食品饮料两大类价格推动,两者合计贡献了当月IPCA涨幅的76%。年内累计通胀已达1.92%,过去12个月累计通胀为4.14%。 根据巴西地理与统计研究所(IBGE)的详细报告,2026年3月通胀的上涨具有广泛基础,IPCA涵盖的九个产品和服务类别均出现价格上涨。其中,交通类价格以1.64%的涨幅领跑,食品和饮料类紧随其后,上涨1.56%。其他类别的涨幅在0.02%至0.65%之间。具体来看,交通类价格上涨的最主要推手是汽油,其价格在3月上涨了4.59%,仅此一项就对当月整体通胀产生了0.23个百分点的影响。机票价格上涨6.08%,柴油价格更是大幅上涨13.90%,也对交通类通胀有所贡献。在食品和饮料类别中,长保质期牛奶和番茄的价格飙升尤为突出,涨幅分别达到11.74%和20.31%,分别影响当月IPCA 0.07和0.05个百分点。汽油、柴油、机票、长保质期牛奶和番茄这五个子项,共同贡献了3月IPCA(0.88%)中的0.43个百分点。IPCA经理费尔南多·贡萨尔维斯分析指出,国际局势的不确定性已经在一些子项,尤其是燃料价格中显现影响。他同时强调,在食品类别,特别是家庭食品中,价格加速上涨的趋势更为明显,3月涨幅达1.94%,是自2022年4月以来的最高值。这背后是部分产品供应减少与运费上涨(源于燃料成本上升)共同作用的结果。与此同时,另一项重要的通胀指标——全国消费者价格指数(INPC)在3月达到0.91%,高于2月的0.56%。INPC年内累计上涨1.87%,过去12个月累计上涨3.77%。从地区层面观察,地区间通胀差异显著。在IPCA指标中,萨尔瓦多市录得最高涨幅(1.47%),主要受汽油和肉类价格上涨推动;而里奥布朗库市则录得最低涨幅(0.37%),主要得益于住宅电力和水果价格的下降。在INPC指标中,萨尔瓦多市同样涨幅最高(1.52%),受汽油和番茄价格飙升影响;里奥布朗库市仍为涨幅最低(0.33%),原因是住宅电力和豆油价格下降。其他类别中,个人开支类上涨0.65%,受电影院、剧院和音乐会等项目价格上涨3.95%影响;健康和个人护理类上涨0.42%,其中健康保险计划上涨0.49%是主因。住房类价格上涨0.22%,部分源于住宅电力价格上涨0.13%,其中包含了里约热内卢公用事业公司费率调整的因素,不过IBGE指出当月维持了绿色电价旗,对消费者无额外成本。此外,水和污水费率、管道燃气价格在不同城市有涨有跌,反映了地方公用事业定价的差异。本次指数的计算基于2026年3月4日至3月31日收集的价格,与2026年1月30日至3月3日的价格进行比较。IPCA反映了月收入在1至40个最低工资之间的家庭的平均生活成本变化,而INPC则针对货币收入在1至5个最低工资之间、且户主为工薪阶层的家庭,其数据覆盖全国十余个大都市区和主要城市。
CBI 观察编辑判断

本次通胀数据凸显了国际大宗商品价格波动(尤其是燃料)和国内农产品供应链因素对巴西居民生活成本的直接影响。地区间通胀差异显著,反映了巴西国内市场的多样性和地方性因素的重要性。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
在巴中资企业(尤其是贸易、制造业、消费品行业)、对巴投资者、巴西本地消费者、运输与食品行业。
核验
待核验
对象
投资者贸易商对巴西感兴趣的普通读者
话题
金融市场行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE
原始语言
葡萄牙语
原文链接
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 0,88%. Resultado foi 0,18 ponto percentual (p.p) mais alto que em fevereiro, quando foi registrado 0,70%. O avanço foi puxado pelos preços dos grupos transportes e alimentação e bebidas. Juntos responderam por 76% do IPCA do mês. No ano, o IPCA acumula avanço de 1,92% e, nos últimos 12 meses, de 4,14%. O percentual está acima dos 3,81% atingidos nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março do ano passado, o IPCA registrou 0,56%. Notícias relacionadas: Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano. Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil. INPC de janeiro sobe 0,39% e acumula alta de 4,3% em 12 meses. Os dados do indicador foram divulgados nesta sexta-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento de 4,59% na gasolina foi o fator mais relevante para o desempenho dos preços dos transportes, o que provocou impacto de 0,23 p.p. na inflação do mês. A passagem aérea (6,08%) e o diesel (13,90%), também pesaram apesar de menor influência no índice geral. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp As maiores altas em alimentação e bebidas, ficaram com os subitens Leite longa vida (11,74%) e Tomate (20,31%), que representam respectivamente impactos de 0,07 e 0,05 p.p. sobre o IPCA do mês. Juntos, esses cinco subitens foram responsáveis por 0,43 pontos percentuais do IPCA de março (0,88%). Conforme o IBGE, os nove grupos de produtos e serviços do IPCA apresentaram elevações em março. O mais significativo (1,64%) foi o de transportes, tendo na sequência o de alimentação e bebidas (1,56%). Os outros avanços “oscilaram entre 0,02%, em educação e 0,65%, em despesas pessoais”. Para o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, já é possível verificar o efeito das incertezas no cenário internacional em alguns subitens, principalmente nos combustíveis. O gerente destacou ainda que “no grupo alimentação, em especial na alimentação em casa, a aceleração no nível de preços foi mais evidente, com a alta de 1,94%, a maior desde abril de 2022 (2,59%), combinando efeitos de redução de oferta de alguns produtos com altas do frete, em decorrência dos combustíveis mais caros” O IPCA aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 e 40 salários mínimos. INPC Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) alcançou 0,91% em março. Com isso, ficou 0,35 p.p. acima do resultado de fevereiro (0,56%). No ano, o INPC acumula alta de 1,87% e, nos últimos 12 meses, de 3,77%. O percentual ultrapassa os 3,36% acumulados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, o INPC chegou a 0,51%.   O terceiro grupo com maior variação de preços em março foi o de despesas pessoais (0,65%), impactado pelo subitem cinema, teatro e concertos (3,95%). Já na alta de 0,42% no grupo saúde e cuidados pessoais (0,42%) houve influência da subida em plano de saúde (0,49%). A elevação da energia elétrica residencial (0,13%) levou o grupo habitação, a registrar variação de 0,22% em março. Nela, estão embutidos os reajustes médios de 6,92% e 14,66% nas concessionárias no Rio de Janeiro (3,09%), a partir de 15 de março. “No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores”, completou o IBGE. Segundo o IBGE, a taxa de água e esgoto (0,24%) no grupo habitação, incorpora a alta de 6,21% em uma das concessionárias de Porto Alegre (2,18%), a partir de 23 de fevereiro. Já no gás encanado (-0,10%), que caiu 0,25%, em Curitiba contou com a contribuição da redução de 4,01% nas tarifas, a partir de 1° de fevereiro. No Rio de Janeiro, a variação de -0,24% foi influenciada pela queda de 4,44% nas tarifas, desde 1º de fevereiro. Regiões Salvador registrou maior variação (1,47%) entre os índices regionais, muito impactado pelo avanço da gasolina (17,37%) e das carnes (3,56%). Em sentido contrário, a menor variação (0,37%) foi em Rio Branco, beneficiada pela redução na energia elétrica residencial (-3,28%) e das frutas (-3,72%). Também no INPC, Salvador foi entre os índices regionais que teve a maior variação (1,52%). A principal influência foi a subida da gasolina (17,37%) e do tomate (49,25%). O indicador repetiu ainda o comportamento do IPCA, tendo a menor variação em Rio Branco (0,33%). O motivo foi a queda da energia elétrica residencial (-3,28%) e do óleo de soja (-6,46%). Conforme o IBGE, o cálculo do índice do mês, comparou “os preços coletados no período de 4 de março de 2026 a 31 de março de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de janeiro de 2026 a 3 de março de 2026 (base)”. Desde 1979 que o IBGE calcula este indicador, que se refere “às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe assalariado”. O INPC abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. *Matéria alterada às 11h30min. para acréscimo de informação.

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