巴西资讯巴西宏观市场2026年5月13日
巴西2025年正式就业增长5%,服务业与东北部成中资布局新热点
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Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos
巴西2025年正式就业岗位存量同比增长5%至5997.1万个,服务业增长7.2%领跑,东北部和北部区域增速超10%,平均薪酬微降0.5%至4434.38雷亚尔,中资企业应关注服务业扩张带来的市场机会及薪酬成本变化。
为什么值得关注
服务业增长7.2%和东北部就业增速10.1%为中资企业提供新市场机会,平均薪酬下降0.5%影响用工成本决策。
巴西劳动与就业部3月13日发布的《年度社会信息关系》显示,2025年巴西正式就业岗位存量同比增长5%,年末达到5997.1万个。服务业以3569.5万就业人数和7.2%的增速成为主要驱动力,商业和工业分别增长1.7%。对于在巴西经营的中资企业,这一数据意味着劳动力市场持续扩张,但平均薪酬小幅下降0.5%至4434.38雷亚尔,提示用工成本压力有所缓解,同时东北部和北部区域就业增长超10%,或成为中资企业拓展业务的新方向。
巴西2025年正式就业岗位存量较2024年增长5%,年末达到5997.1万个。其中CLT制雇员(celetistas)4612.8万,法定雇员(estatutários)1265.7万,非营利组织、工会、农村自然人等类别合计118.6万。数据来自劳动与就业部13日发布的《年度社会信息关系》。部长路易斯·马里尼奥表示,尽管利率高企,但失业率处于历史低位,方向正确。服务业是主要贡献行业,就业人数3569.5万,同比增长7.2%;商业1048.7万(+1.7%);工业901.7万(+1.7%);建筑业257万(+2.5%);农牧业181.2万(+1.6%)。公共服务领域增长15.2%,其中市级增长18.2%(118.2万),州级增长10.3%(40.8万)。教育增长6.2%(21.26万),医疗增长4.2%(14.26万)。平均薪酬小幅下降0.5%至4434.38雷亚尔。有雇员的机构数从470万增至480万(+2.1%)。区域增长最强劲的是东北部(+10.1%,107.66万)和北部(+10.1%,35.48万),中西部(+5.7%,32.25万),东南部(+2.9%,80.72万),南部(+2.9%,28.55万)。就业分布仍集中在东南部(47.4%)、东北部(19.5%)和南部(16.8%)。联邦单位中,阿马帕州增长最快(+20.5%,3.14万),其次是皮奥伊州(+13.2%,7.42万)、阿拉戈斯州(+13%,8.16万)和帕拉伊巴州(+12.9%,10.33万)。绝对增量最大的是圣保罗州(+2.3%,35.75万)、巴伊亚州(+9.7%,26.6万)、米纳斯吉拉斯州(+3.7%,22.49万)和塞阿拉州(+10.6%,19.55万)。
对于在巴西的中资企业,服务业的高速增长意味着消费和商业服务领域的需求持续扩大,中资企业可关注零售、物流、信息技术服务等行业的投资机会。东北部和北部区域就业增速超过10%,显示出这些地区经济活力增强,中资企业可考虑在这些区域布局生产基地或分销网络,以利用当地劳动力增长和潜在市场。平均薪酬微降0.5%,可能降低部分行业的用工成本,但需注意不同地区和行业的薪酬差异。公共服务领域增长15.2%,尤其是市级增长18.2%,可能带动教育、医疗等领域的政府采购需求,中资企业可关注相关招标机会。
CBI解读认为,底稿显示巴西正式就业市场持续扩张,服务业和公共部门是主要驱动力,但平均薪酬微降和高利率环境仍是挑战。数据表明,就业增长的区域分化明显,东北部和北部增速远超东南部和南部,这与巴西政府近年推动的区域发展政策相符。CBI观察,中资企业在巴西的传统投资集中在东南部和南部,但东北部和北部的基础设施、能源和农业领域正吸引更多外资,就业数据进一步印证了这些地区的经济潜力。此外,公共服务领域的扩张可能为教育科技、医疗设备等中资企业提供新市场,但需关注政府采购的合规要求和本地化竞争。
待观察的跟踪点包括:一是2026年第一季度就业数据是否延续增长趋势,尤其是服务业和东北部区域;二是巴西央行利率政策变化对就业和消费的后续影响,预计5月议息会议将公布新利率;三是中资企业在东北部和北部的新增投资公告,特别是基础设施和可再生能源项目。
CBI 观察编辑判断
底稿显示巴西正式就业市场持续扩张,服务业和公共部门是主要驱动力,但平均薪酬微降和高利率环境仍是挑战。CBI认为,东北部和北部就业增速超10%表明区域经济活力增强,中资企业可优先考虑在这些地区布局,但需评估物流和基础设施配套。
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- Agência Brasil — Economia
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- Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos
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- Clara Lin
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Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos
O Brasil fechou o ano de 2025 com um aumento de 5% no estoque de empregos formais, na comparação com 2024. O país fechou o ano passado com 59,971 milhões de trabalhadores com emprego formal.
Desse total, 46,128 milhões são celetistas; 12,657 milhões estatutários e trabalhadores em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, pessoa física rural, entre outros, somaram 1,186 milhão.
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As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
“Apresentamos recentemente o menor índice de desemprego da história. Estamos num momento bom, apesar dos juros altos. Estamos no rumo certo. Poderíamos estar em uma situação melhor se não fossem os juros praticados”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ao divulgar os números.
O principal setor responsável pelo estoque de empregos foi o de Serviços, com 35,695 milhões, uma alta de 7,2% em relação a 2024. Na sequência, vem o Comércio, com crescimento de 1,7% e 10,487 milhões de empregos, e a Indústria com 9,017 milhões e um crescimento também de 1,7%.
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A construção somou 2,57 milhões de empregos, registrando uma alta de 2,5%, e a agropecuária, com 1,812 milhões de empregos e um crescimento de 1,6%.
No setor de serviços, a administração pública mostrou crescimento de 15,2% no número de empregos, com 1.483.555 vínculos. A maior parte desse crescimento ficou concentrada nos municípios, com 18,2% (1,182 milhões vínculos) e nos governos estaduais, de 10,3% (408.018 vínculos).
Houve aumentos expressivos na educação, com alta de 6,2% ou 212.611 vínculos, e de menor intensidade na saúde humana, com 4,2% ou 142.598 vínculos.
Apesar do aumento no estoque de empregos, a Rais mostrou que houve uma ligeira queda na remuneração média, de 0,5% na mesma base de comparação, chegando a R$ 4.434,38 em 2025.
A Rais é divulgada anualmente e apresenta informações sobre todos os estabelecimentos formais e vínculos celetistas e estatutários no Brasil. Segundo os dados, o número de estabelecimentos com empregados passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, um crescimento de 2,1%.
Os números mostram ainda que entre as regiões, o crescimento relativo foi mais intenso nas regiões Nordeste, de 10,1%, com 1.076.603 vínculos criados; depois vem a Norte com crescimento de 10,1% e 354.753 vínculos; a Centro-Oeste, com alta de 5,7% e 322.513 vínculos.
A Região Sudeste, com o crescimento de 2,9% e 807.240 vínculos, e a Sul, com alta de 2,9% e 285.514 vínculos, também tiveram aumentos absolutos expressivos.
A distribuição do emprego formal permaneceu concentrada na Região Sudeste (47,4%), seguida pela Região Nordeste (19,5%) e pela Região Sul (16,8%).
Entre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo do estoque de empregos em comparação a 2024 foi registrado no Amapá, com um crescimento de 20,5% e 31.396 vínculos; no Piauí, com alta de 13,2% e 74.244 vínculos; em Alagoas, cujo crescimento foi de 13%, gerando 81.633 vínculos; e na Paraíba, com 12,9% e 103.278 vínculos.
Em variação absoluta, os maiores crescimentos foram em São Paulo de 2,3% (357.493 vínculos), na Bahia, com 9,7% (266.035 vínculos), em Minas Gerais, crescimento de 3,7% (224.876) e no Ceará, com aumento de 10,6% (195.462 vínculos).
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