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巴西资讯巴西宏观市场2026年4月10日

巴西2025年正式登记家政工人超130万,平均薪资上涨

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Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

巴西劳动和就业部最新报告显示,2025年该国拥有正式雇佣关系的家政工人登记活跃合同数量为1,302,792份,行业整体保持稳定,但平均实际薪酬从2024年12月的1,949.06雷亚尔上涨至2025年12月的2,047.92雷亚尔,同时报告揭示了该行业在性别、种族、教育程度及地区分布上的结构性特征。

为什么值得关注

为理解巴西劳动力市场结构、服务行业薪酬趋势及地区发展差异提供关键数据参考。

巴西劳动和就业部(MTE)于本周五(10日)发布研究报告,公布了2025年巴西家政行业的官方数据。报告显示,截至2025年12月,拥有正式雇佣关系的家政工作活跃合同数量为1,302,792份。尽管合同总数略低于2024年的1,343,792份,但行业整体保持稳定,且平均实际薪酬出现上涨,从2024年12月的1,949.06雷亚尔增至2025年12月的2,047.92雷亚尔。这些数据揭示了巴西这一重要服务行业的规模、结构以及存在的地区不平等问题。 根据巴西劳动和就业部(MTE)基于eSocial系统数据编制并发布于《家政工作面板》的研究报告,2025年巴西正式登记的家政工作活跃合同数量为1,302,792份。与2024年的1,343,792份相比,数量略有下降,但行业态势总体平稳。值得关注的是,从业者的平均实际薪酬实现了增长,从2024年12月的1,949.06雷亚尔提升至2025年12月的2,047.92雷亚尔。报告深入剖析了该劳动力群体的构成。性别分布上,女性占据绝对主导地位,占总数的88.64%,对应1,154,128份合同,男性占比为11.36%。在种族与肤色方面,自称为白人的工人占比最高,达到44.54%,自称为混血(Parda)的工人紧随其后,占41.56%,MTE指出这反映了行业劳动力的多样性。从具体职业类别来看,综合家政服务雇员构成了行业主体,合同数量高达991,391份,其平均薪酬为1,952.44雷亚尔。其他重要职业包括保姆(124,753份合同,平均薪酬2,098.67雷亚尔)、老年护理员(75,908份合同,平均薪酬2,281.78雷亚尔)和私人司机(20,061份合同,平均薪酬3,142.17雷亚尔)。平均薪酬最高的职业是护士,尽管合同数量仅有453份,但其平均薪酬达到了4,813.10雷亚尔。教育程度方面,拥有完整高中学历的工人数量最多,为545,468人;其次是未完成基础教育者,有35万人;完成基础教育者位列第三,为218,794人。年龄分布显示,50至59岁的工人群体最为庞大,拥有450,516份合同;40至49岁工人以414,572份合同位居第二;30至39岁工人则有184,258份合同。从地域分布观察,家政工作的雇佣集中度与经济活跃度密切相关。圣保罗州以391,991份合同位居全国之首,米纳斯吉拉斯州(158,383份)和里约热内卢州(140,772份)分列二、三位。在东北部地区,巴伊亚州(68,589份)、伯南布哥州(57,570份)和塞阿拉州(28,885份)也占有显著份额。南部和中西部地区的南里奥格兰德州(66,539份)、巴拉那州(56,126份)以及戈亚斯州(54,469份)同样较为突出。MTE在报告中特别指出,薪酬存在明显的地区差异:东南部和南部各州的平均工资水平普遍较高,而北部和东北部地区则相对较低,这一现象直接反映了巴西劳动力市场中长期存在的地区不平等问题。
CBI 观察编辑判断

报告数据清晰勾勒出巴西家政行业以女性、中高龄劳动者为主体的基本盘。薪酬的地区差异与职业分化显著,专业技能(如护理)与通用服务之间的收入差距较大,这既是市场规律的体现,也映射出巴西社会经济的结构性特征。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
巴西家政行业雇主与雇员、巴西劳动力市场、相关服务行业(如培训、保险)、关注巴西消费与劳动力成本的企业。
核验
待核验
对象
投资者对巴西感兴趣的普通读者
话题
政策市场行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

O trabalho doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com número ligeiramente inferior ao de 2024, quando foram feitos 1.343.792 registros formais, o setor permanece estável, mas registrou aumento na remuneração média real, que saiu de R$1.949,06 em dezembro de 2024 para R$ 2.047,92 em dezembro de 2025. Notícias relacionadas: Fundo oferece R$ 15 bi por ativos do BRB ligados ao Master, diz GDF. Reservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025. Prévia da carga tributária sobe para 32,4% do PIB em 2025. Os dados fazem parte do eSocial e estão disponíveis no Painel do Trabalho Doméstico. Segundo o estudo, as mulheres permanecem com forte presença na categoria, representando 88,64% do total de trabalhadores (1.154.128 vínculos), enquanto os homens correspondem a 11,36%. Os números mostram ainda que, em relação à raça e cor, a maioria se autodeclara branca (44,54%) ou parda (41,56%), o que segundo o MTE evidencia a diversidade da força de trabalho no setor. Serviços Além disso, a ocupação de empregado doméstico nos serviços gerais concentra a maior parte dos vínculos, somando 991.391 registros, com remuneração média de R$ 1.952,44. Outras funções relevantes incluem babás, com 124.753 vínculos e média salarial de R$ 2.098,67. Os cuidadores de idosos somam 75.908 vínculos e média salarial de R$ 2.281,78. Já os motoristas de carro de passeio registraram 20.061 vínculos e média de R$ 3.142,17. A maior remuneração média é observada na ocupação de enfermeiro, que, embora conte com apenas 453 vínculos, alcança R$ 4.813,10. Em relação ao nível de escolaridade, a maioria possui ensino médio completo, somando 545.468 trabalhadores com este nível de formação. Os profissionais com nível fundamental incompleto vêm em seguida, com 350 mil, e os com o ensino fundamental completo ficaram em terceiro, com 218.794. A maioria dos trabalhadores estão na faixa etária de 50 a 59 anos, com 450.516 vínculos. Em seguida vêm os trabalhadores na faixa etária de 40 a 49 anos, com 414.572. Os trabalhadores na faixa de 30 a 39 ficaram na terceira posição com 184.258. Estados Os estados de São Paulo, com 391.991; Minas Gerais, com 158.383 e Rio de Janeiro, com 140.772 vínculos, são os que mais empregam. No Nordeste, estados como Bahia (68.589), Pernambuco (57.570) e Ceará (28.885) também apresentam participação expressiva. Já no Sul e no Centro-Oeste, Rio Grande do Sul (66.539), Paraná (56.126), e Goiás (54.469) se destacam, ainda que com volumes menores. “Em termos de remuneração, há variações regionais importantes: os estados do Sudeste e do Sul tendem a registrar médias salariais mais elevadas, enquanto Norte e Nordeste apresentam valores inferiores, evidenciando desigualdades regionais que acompanham o mercado de trabalho brasileiro”, informou o MTE.

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